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Grupo Martifer «disponível» para «desenvolver parceria» com o Estado «na ferrovia»

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Carlos Martins, administrador da Martifer, marcou, na passada Terça-feira (dia 16 de Junho) presença no lançamento da obra de dragagem do canal de acesso aos estaleiros de Viana do Castelo, explorados pela empresa WestSea (que integra o universo Martifer), fruto de uma sinergia entre o Estado e a iniciativa privada. Ao discursar no evento, Carlos Martins vincou a disponibilidade do grupo para «desenvolver parceria semelhante na ferrovia».

Administrador da Martifer lançou repto ao Ministro das Infra-estruturas

Ministro das Infra-estruturas Pedro Nuno SantosNa presença do Ministro das Infra-estruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, o administrador lançou um repto ao Governo: «Queremos desafiá-lo, para, dentro do seu Governo e dentro do seu Ministério, ter a disponibilidade de partilhar connosco a nossa disponibilidade para desenvolver parceira [referindo-se à intervenção de dragagem hoje lançada] semelhante na ferrovia e, acima de tudo, de material circulante. O grupo Martifer está disponível para partilhar a [sua] vontade e o [seu] conhecimento», deixou no ar Carlos Martins.

No final da cerimónia, confrontado com as perguntas dos jornalistas presentes, Pedro Nuno Santos disse que «são dezenas as empresas que estão preparadas para fazer, quase na totalidade, um comboio em Portugal», e que o concurso público para esse fim ainda não abriu. «Temos um empresário que sente que tem capacidade para trabalhar nisso, depois temos o Estado com necessidade de comboios, mas ninguém está aqui a entregar obra a ninguém. Temos de ter todos muito cuidado, porque senão damos um salto muito rápido», travou o governante.

«Primeiro, Portugal precisa de comboios novos, segundo, temos de lançar o concurso, e esse passo ainda não foi dado. A responsabilidade está do nosso lado. E, em terceiro [lugar], vamos comprá-los (…) Que sejam produzidos, pelo menos numa grande parte, em Portugal», rematou.

Com Lusa

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