Grupo Sousa distinguido como ‘Empresa do Ano’ pelos prémios ‘Excellens Oeconomia’

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A sétima edição dos prémios ‘Excellens Oeconomia’, promovida pelo Jornal de Negócios em conjunto com a PwC, distinguiu o Grupo Sousa, maior armador nacional, com o título de ‘Empresa do Ano’ – a distinção celebra «os melhores casos de sucesso da nossa economia que se elevam ao nível da excelência» e cujo peso e contribuição são decisivas para o «contributo sustentado para o reforço da economia nacional».

Grupo Sousa: o maior armador luso recebeu o prémio de ‘Empresa do Ano’

O Grupo Sousa detém actualmente uma frota de dez navios (próprios e fretados) que agrega uma capacidade total de 7100 TEU, e há muito que extravasou a Região Autónoma da Madeira: o maior armador português é composto por 67 empresas e mais de 800 funcionários, e já gera cerca de 70% do seu volume de negócios fora da ilha. «O nosso espaço preferencial de expansão são os arquipélagos da Macaronésia ((Açores, Cabo Verde, Canárias e Madeira) pela afinidade natural», comentou Luís Miguel Sousa, presidente do grupo.

Nascido de uma empresa criada em 1985 (no ramo do agenciamento de navios), o grupo português cresceu ao ritmo da liberalização dos transportes e do progresso logístico que permitiu criar laços entre a Madeira e o continente. Nos anos 90 adquiriu a Empresa de Navegação Madeirense (GS Lines) e criou o Operador Portuário da Madeira. Poucos anos depois funda a Logislink. Há uma década, deu-se a aquisição da Boxlines ao Grupo Sonae. Daí até ao salto estratégico para fora da Madeira, foi apenas um pulo.

Influência extravasou a Madeira e a internacionalização é um sucesso em curso

Nesse salto, explicou Luís Miguel Sousa ao Jornal de Negócios, destaque para a construção dos terminais logísticos da Logislink na Madeira e em Lisboa, «parte integrante de um conjunto de serviços door-to-door, maioritariamente assegurado com meios próprios, conferindo uma elevada qualidade, robustez e segurança às operações diariamente asseguradas com os Açores e a Madeira, que pretendemos replicar noutras geografias». A este passo juntaram-se outras empresas de logística e a gestão, em parceria com o Grupo ETE, do TSA, operador portuário de carga contentorizada e geral no Terminal Multipurpose de Lisboa.

Entre os grandes destaques da vertente marítima do Grupo Sousa está a aquisição, ao Grupo Stanley Ho, da transportadora Porltline Containers International (PCI), acção estratégica que permitiu abrir as portas marítimas de Cabo Verde, Guiné-Bissau e as Canárias. Este portefólio juntou-se ao da GS Lines, que opera as linhas marítimas entre Portugal Continental, a Madeira e os Açores. «A reorganização do Grupo é permanente», frisou o presidente do grupo ao ‘Jornal de Negócios’, lembrando que em 2018 trouxe novas movimentações estruturais, que serão finalizadas em 2021.

«O objectivo é claro, reforçar o foco das operações no cliente, centralizar os serviços transversais de apoio às operações numa estrutura matricial ainda mais eficiente, e desmaterializar e optimizar os processos na máxima extensão possível», comentou o empresário. «Estamos num sector muito competitivo, de capital intensivo e de livre acesso», acrescentou Luís Miguel Sousa.

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