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Índice de Conectividade DHL: Portugal ocupa a 35º posição e desce quatro lugares face a 2016

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No arranque da semana, a DHL divulgou a quinta edição do Índice de Conectividade Global– uma análise detalhada acerca da globalização, medida através dos fluxos internacionais de comércio, capital, informação e pessoas, levada a cabo por Steven Altman, Pankaj Ghemawat e Phillip Bastian da New York University Stern School of Business e da IESE Business School. Este novo relatório reflecte a primeira avaliação da evolução da globalização em 169 países e territórios desde o referendo Brexit e as eleições presidenciais de 2016, nos EUA.

Holanda, Singapura, Suíça, Bélgica e EAU no top-5 dos países mais conectados do mundo

Baseado em mais de 3 milhões de dados de fluxos internacionais que abrangem comércio, capital, informação e pessoas, este índice mede o estado actual da globalização, bem como as classificações individuais de cada país, com base na profundidade (intensidade dos fluxos internacionais) e na amplitude (distribuição geográfica dos fluxos) das conexões internacionais de cada país. Os cinco países mais conectados do mundo em 2017 foram a Holanda, Singapura, Suíça, Bélgica e Emirados Árabes Unidos.

Europa é a região mais conectada do mundo, frisa o Índice de Conectividade

Oito dos dez países mais conectados são europeus, o que ajuda a tornar a Europa na região mais conectada do mundo. A América do Norte, líder em fluxos de capital e informação, ficou em segundo lugar no ranking mundial, seguida pelo Médio Oriente e o Norte da África, em terceiro lugar. Existe, segundo John Pearson, CEO da DHL Express, ainda «um tremendo potencial por explorar», frisando que o índice «mostra que, actualmente, a maioria dos movimentos e intercâmbios são domésticos, e não internacionais».

«Surpreendentemente, apesar das recentes conquistas da globalização, o mundo está ainda menos conectado do que a maioria das pessoas pensa», comentou Steven Altman. «Isto é importante porque quando as pessoas sobrestimam os fluxos internacionais têm tendência a preocupar-se mais com os mesmos. Os dados no nosso relatório podem ajudar a mitigar estes receios e a concentrar a atenção em soluções reais para as preocupações sociais acerca da globalização», acrescentou o especialista.

Portugal com descida de quatro lugares

Neste índice, Portugal desceu, face a 2016, quatro lugares e ocupa agora a trigésima quinta colocação no ranking dos países mais conectados do mundo, com uma pontuação de 66. Entre os principais países que compõem os fluxos internacionais de Portugal estão a Espanha (20%), a França (13%), a Alemanha (9%), o Brasil (7%), o Reino Unido (6%), a Holanda (6%), o Luxemburgo (5%), os EUA (4%), Angola (3%) e Itália (3%).

Economias emergentes menos conectadas que as economias mais avançadas

O índice da DHL continua a revelar as disparidades entre os níveis de globalização observáveis em economias mais avançadas e economias emergentes. As economias emergentes negociam de forma praticamente tão intensa como as economias avançadas, mas as segundas estão mais de três vezes mais ligadas aos fluxos internacionais de capital, cinco vezes mais ligadas no que se refere ao fluxo de pessoas e quase nove vezes mais em relação aos fluxos de informação.

 

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