Indra e Junta da Galiza formam incubadora para acelerar projectos de vanguarda na área dos drones

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A Indra vinca a aposta no desenvolvimento do mercado dos drones: a companhia anunciou hoje que será parceria tecnológica da Junta da Galiza no projecto ‘Civil UAV’s Initiative’, a fim de «promover a criação e aceleração de PME’s, de qualquer parte do mundo, que queiram trabalhar a partir da Galiza no desenvolvimento de projectos e ideias inovadoras que transformem e marquem o caminho para a indústria dos drones civis nos próximos anos».

Aeronautics Business Factory (ABF) escolherá 19 projectos

Assim, foi assinado um acordo para o arranque da Aeronautics Business Factory (ABF): trata-se de «uma incubadora e aceleradora cujo objectivo é atrair empreendedores de todo o mundo vinculados ao sector dos veículos não tripulados», explicou a Indra através de um comunicado, ao qual a Revista Cargo teve acesso. O projecto irá financiar, durante os três anos que se avizinham, «19 projectos com um grande e rápido potencial de crescimento no mercado internacional», confirmou a empresa.

As empresas escolhidas para integrar a incubadora Aeronautics Business Factory (ABF) «passarão a formar parte da Civil UAVs Initiative,o plano europeu mais ambicioso para promover o desenvolvimento e uso de drones no âmbito civil», revelou a Indra. A ABF realizará o rastreio internacional, a selecção e apoio às melhores startups ligadas a este sector – o projecto conta com o apoio de entidades como o Instituto Galego de Promoção Económica, do Centro Tecnológico de Automação da Galiza ou da Babcock.

Incubadora ABF arranca já em Novembro e terá fundo de 4,75 milhões até 2021

Para atingir este desígnio, a nova entidade terá à sua disposição «um fundo de 4,75 milhões de euros até 2021», estando o arranque dos trabalhos marcado para o próximo mês de Novembro. « A ABF irá lançar a primeira das três convocatórias anuais à qual se poderão apresentar candidatos de qualquer parte do mundo». Serão identificados 19 projectos aeronáuticos «excepcionais»: estes deverão também ser projectos «escaláveis e aceleráveis, que um impacto assinalável no mercado global», informou a Indra.

Os projectos seleccionados «encontrarão na ABF o financiamento para trabalhar a partir da Galiza, beneficiando de uma completa gama de serviços de grande valor»: desde acesso a modernas infra-estruturas para a realização de testes, a utilização gratuita do aeródromo de Rozas, localizado em Lugo, e a possibilidade de utilizar aeronaves como o modelo P2006T MRI da Indra».

Segundo explica a Indra, dos 19 projectos que serão seleccionados, nove corresponderão a «ideias numa fase precoce de gestação», ao passo que os restantes 10 « serão projectos do sector aeroespacial em fase de crescimento e com um modelo de negócio já validado» – para estes, a ABF providenciará auxílio para actividades de pesquisa e investigação, desenvolvimento experimental ou inovação tecnológica.

 

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