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INE: pandemia provocou quebra de 97,4% no tráfego aéreo em Portugal entre Abril e Junho

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Os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) sobre a actividade dos transportes, revelados esta Quarta-feira, indicam que o sector do transporte aéreo liderou as quedas homólogas entre os métodos de transporte: a circulação de aviões caiu 97,4% entre os meses de Abril e Junho.

O INE denotou assim decréscimos «acentuados e generalizados» na utilização dos transportes de passageiros e mercadorias no segundo trimestre do ano – um comportamento transversal que se liga directamente com os efeitos da pandemia e das medidas de confinamento. A grande queda foi sentida nos aeroportos nacionais, com o gabinete nacional de estatística a registar um brutal decréscimo de 97,4% no trimestre em questão.

É certo que o primeiro trimestre havia já demonstrado uma contracção no tráfego aéreo, situada em -15,4%; no entanto, o segundo trimestre, que já sentiu em toda a escala os efeitos dos confinamentos generalizados e das restrições globais, mostrou a verdadeira face da queda. Na sua análise, o INE responsabiliza o «impacto da pandemia da Covid-19 e as medidas restritivas adoptadas ao nível do espaço aéreo».

No que concerne ao transporte de mercadorias, o INE reportou, novamente, «decréscimos generalizados»: o transporte aéreo caiu denotou uma descida de -57,4%; o transporte marítimo regrediu -22,6% e o transporte por via rodoviária caiu -19,4%. Neste contexto de movimentação de cargas, o segmento do transporte de mercadorias por ferrovia foi o que menor queda registou e o que, aparentemente, maio resiliência mostrou: -14,2%.

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