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Infra-estruturas «competitivas» são prioridade para «assegurar a conectividade em Portugal»

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Na sequência da realização do Congresso da Associação dos Transitários de Portugal (APAT), Paulo Paiva, presidente da entidade, vincou que deter infra-estruturas «competitivas» é condição absolutamente essencial para «assegurar a conectividade em Portugal».

APATQuestionado, pelo semanário ‘Expresso’, sobre as prioridades estratégicas no processo de recuperação das empresas e da economia, Paulo Paiva frisou que «as principais prioridades são as que já existem há vários anos: conseguir ter infra-estruturas suficientemente competitivas que possam assegurar a conectividade em Portugal, e, com isso, conseguir que seja providenciado o serviço de Logística, nomeadamente para as empresas que operam no comércio internacional, portanto, as empresas exportadoras e importadoras».

Sobre a crise dos preços dos transportes e o encurtamento das margens dos operadores e empresas, o presidente da APAT afirmou que, para o sector dos transitários, o risco é «mínimo», uma vez que estes ajustam os preços em consonância com as leis ditadas pelo mercado. «O transitário é um operador logístico multimodal. O risco é mínimo para o transitário, porque, no fundo, nós construímos soluções de Logística e, se o mercado apresenta preços mais altos, nós, forçosamente, teremos que o fazer também. É claro que, depois, as implicações para o consumidor final serão sempre superiores aquelas que existem para as empresas que fornecem os serviços de Logística», explicou Paulo Paiva.

«Poderá também ter implicações em termos de abastecimentos, as dificuldades que existem em trazer matérias-primas – e mesmo produtos acabados vindos de outro países, por indisponibilidade de navios e contentores – tudo isso contribui também para o aumento do preço, mas, mais grave ainda, para a indisponibilidade de produtos que poderá vir a ocorrer», alertou, deixando elogios à capacidade de adaptação dos transitários ao processo digitalizante em curso: «Os transitários encontram, felizmente, com alguma facilidade, soluções digitais adequadas à dimensão de cada um e com valores bastante aceitáveis para quem quer operar no mercado. A grande questão passa pela mudança de mentalidades no sentido de integrar a digitalização na operação e no funcionamento da empresa», rematou Paulo Paiva.

Fonte: Expresso

 

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