IPG e APAT apresentaram, na Guarda, o novo curso de Pós-Graduação em Logística

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O Instituto Politécnico da Guarda (IPG) apresentou, no dia 23 de Novembro, o Novo Curso de Pós-Graduação em Logística para Profissionais e Executivos, levado a cabo em parceria com a Associação de Transitários de Portugal (APAT), que havia já sido anunciado em Abril deste ano.

Através de uma sessão presidida pelas ministras da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, e do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, o presidente da Câmara da Guarda, Sérgio Costa, aproveitou a ocasião para reforçar a importância de investimentos para a Guarda, como o Porto Seco, a duplicação da Plataforma Logística e a ampliação dos Parques empresariais do Outeiro de S. Miguel e de Vale de Estrela e a criação de um Parque Tecnológico com o Politécnico da Guarda. António Nabo Martins, presidente executivo da APAT, também foi figura de destaque no evento.

A Pós-Graduação foi idealizada no contexto do futuro porto seco que será localizado, precisamente, na Guarda, tendo como intuito despoletar vitais competências nos domínios do transporte, produção, inventário, distribuição, gestão de frotas, recursos humanos, qualidade, planeamento da procura e segurança e higiene no trabalho. Recorde-se que, em Junho, Sérgio Costa havia já tecido rasgados elogios à iniciativa da APAT e do IPG: O estabelecimento de um porto seco na Guarda é um dos grandes projectos para a região nos próximo 50 anos, vincou o autarca.

Saliente-se que a futura plataforma logística conta já com o declarado interesse do Porto de Leixões – Nuno Araújo, presidente da administração portuária APDL, frisou, em Dezembro do ano passado, que «o porto seco visa melhorar a concorrência das empresas da região, alargar o acesso à intermodalidade (aproximar a parte marítima desta região) e a sustentabilidade da economia». A localização escolhida, na Guarda, faz, justificou, todo o sentido, devido à sua «centralidade geográfica e infra-estrutural (rodovia e ferrovia, com a linhas da Beira Alta e Beira Baixa)», lembrando que a Guarda «tem uma grande centralidade neste sector», sendo vital para todo o «tecido industrial» predominante na região. «Esta região representa, para o sector marítimo, meio milhão de toneladas. É um número relevante. Na rodovia, representa 1,8 milhões de toneladas», disse.

Foto: IPG

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