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Joaquim Vale: Utilização de GNL em «grandes distâncias» pode ser solução «mais económica»

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A Revista Cargo continua na senda da reportagem do sumo retirado do seminário promovido pelo GASNAM, que, aliás, tem sido amplamente analisado pela nossa publicação ao longo das últimas semanas – hoje trazemos até si a segunda parte da intervenção de Joaquim Vale, administrador da companhia lusa Santos e Vale.

Falta de histórico: Investimento em veículos a gás «não deixa de ser um investimento em algo desconhecido»

Depois de discorrer sobre o pioneirismo da Santos e Vale na aposta em veículos alimentados a GNC em Portugal para a distribuição urbana, o administrador da Santos e Vale virou agulhas para a «questão do desconhecimento do produto», um facto que vincou e que disse pautar o comportamento dos agentes. «Nós, transportadores-utilizadores, ao fazermos um investimento num veículo a gás, tal não deixa de ser um investimento em algo desconhecido, porque não existe histórico. Estamos a usar veículos a gás há um ano, existem veículos a gás há 1 ou 2 anos. O tempo de utilização média de um veículo ronda entre os 4 a 8 anos», formulou.

«Neste momento ainda não existe informação face aos problemas de utilização e aos custos operacionais que esses veículos podem ter. Quando digo custos, não são só os custos de manutenção, pois as marcas podem dizer que se pode fazer um contrato de manutenção, mas depois existem os custos de paragem, que é o custo de oportunidade», explicou à plateia. «Há um custo de oportunidade que muitas vezes se perde, pois se há data de hoje formos encomendar um veículo a gás, com um bocadinho de esperança, esse veículo estará daqui a 4 ou 5 meses disponível para ser utilizado», apontou.

Distâncias acima dos 12/13 mil km tornam o GNL uma solução «mais económica», afirmou Joaquim Vale

Nós utilizamos veículos GNL em grandes distâncias, para determinada utilização; e se essa utilização estiver acima dos 12 mil km ou 13 mil km, pode eventualmente tornar-se mais económica. Abaixo disso é seguramente mais caro. O GNC, nomeadamente nos veículos de distribuição urbana é seguramente mais caro, porque nós não conseguimos amortizar o diferencial do veículo face ao investimento», finalizou.

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