Jorge Costa (SNM): novo CCT «vem corrigir erros» a nível de «retribuição e regras de pagamento»

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O dia 29 de Outubro foi um dia em cheio para o sector do transporte rodoviário (pesados) de mercadorias: a sede da ANTRAM foi palco da assinatura, por parte de cinco entidades (FECTRANS, SIMM, SNM, SNMMP e ANTP), do novo contrato colectivo de trabalho (CCT). Um dia que simbolizou a pacificação de um sector que viveu um ano de 2019 turbulento e instável, com greves (em Abril e Agosto) e vários processo de negociação falhados. Aos microfones da Revista Cargo, Jorge Costa, representante do SNM, analisou a assinatura do novo CCT.

Jorge Costa: CCT vem colocar «regras» num sector que «estava à nora»

O que representa a assinatura deste novo documento para o sector do transporte rodoviário de mercadorias? «Representa uma mudança, julgamos nós, para melhor, no sector. Um sector que estava um pouco à nora, com poucas regras. Para nós, vem corrigir alguns dos erros que existiam no passado, nomeadamente a nível de retribuição e regras de pagamento – essencialmente é isso», começou por declarar Jorge Costa, logo após a assinatura do novo contrato colectivo – uma cerimónia acompanhada a par e passo pela nossa publicação.

Como será encarado este novo passo pelos motoristas? «Julgo que vão olhar com bons olhos, uma vez que este novo contrato corrige uma série de situações que considerávamos anómalas e que as entidades patronais praticavam. Julgo que, agora, compete também a nós tentar, junto das entidades patronais e dos trabalhadores, fazer com que as coisas corram pelo melhor e que se corrija aquilo que no passado estava errado», vincou o representante do sindicato, misturando depois a cautela com a confiança quando instado a prever o futuro do sector.

As longas etapas de negociação terão, assim, valido a pena? «Julgo que sim, o futuro o dirá. Os próximos trinta e seis meses dirão se as coisas evoluíram para melhor. A vigência do contrato é de trinta e seis meses, em termos remuneratórios vem ao encontro das expectativas dos nossos associados, portanto, julgo que será melhor», rematou Jorge Costa.

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