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Jorge Maurício: 2021 será duro mas o passado mostrou a capacidade de resposta da CV Interilhas

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Em entrevista concedida à agência Lusa (já aqui escalpelizada), Jorge Maurício, vice-presidente do Grupo ETE, que detém a maioria do capital do armador CV Interilhas, perspectivou um 2021 duro (devido ao prolongamento da pandemia) mas realçou que o passado mostrou que a resiliência e capacidade de «resposta» da empresa são trunfos que continuarão a pautar a actividade da CV Interilhas em Cabo Verde.

CV Interilhas quer apostar em centros de logística nos portos cabo-verdianos

«Não queremos falar só de dados, mas também falam por si e espelham uma situação muito clara da responsabilidade da CVI, da sua missão, do seu compromisso. Veja que uma empresa que começou a operar e meses depois tem capacidade para fazer cerca de 4.000 viagens num ano pandémico», enalteceu Jorge Maurício durante a entrevista. Ao fim de menos de dois anos de operação, vincou, a empresa foi capaz de «dar uma resposta», permitindo que «todas as nove ilhas habitadas» tivessem acesso a ligações marítimas «regulares, previsíveis, de itinerários e horários predefinidos».

«Naturalmente que não está tudo bem. Estamos no início da construção de um sistema integrado de transporte que pensa de forma global. Pensa numa frota de navios adequada, navios que possam escalar todos os portos», acrescentou, adiantando que o futuro estratégico da CV Interilhas passa por uma aposta em centros de logística nos portos, para acondicionamentos e mercadorias, e garantir «conforto em terra». para os passageiros. O projecto engloba a empresa pública que gere os portos do país, a ENAPOR, e o ministério da Economia Marítima.

Jorge Maurício: «Cabo Verde vai sempre ter necessidade de transporte interilhas»

A CV Interilhas está também envolvida na construção de uma rede de gares marítimas, tendo em conta que dos nove portos do país apenas «três funcionam bem», explicou Jorge Maurício. «Satisfazer o passageiro dos transportes marítimos como se fosse de um transporte aéreo. Cabo Verde vai sempre ter necessidade de transporte interilhas. O transporte marítimo de passageiro vai ser sempre uma necessidade, temos de apostar na qualidade, na previsibilidade na regularidade, a confiança e a segurança também são importantes», acrescentou.

Fonte: Lusa

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