Porto de Sines

José Luís Cacho: Sines acredita que «vai crescer mais que os outros portos» rivais do mediterrâneo

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Intervindo durante a conferência digital ‘Conversas Fora de Bordo’ (organizada pela APAT), que decorreu neste mês de Março, o presidente da APS, José Luís Cacho, vincou que o Porto de Sines mantém sólidas perspectivas de progressão para o futuro próximo, mantendo o crescimento no segmento contentorizado, mesmo face à «forte concorrência» dos portos espanhóis de Algeciras e Valência.

José Luís Cacho: transhipment tem tido um «crescimento notável»

Algeciras e Valência «são, naturalmente, a nossa forte concorrência no segmento da carga contentorizada», salientou o presidente da administração portuária, ao responder a uma pergunta, após a sua intervenção inicial. «O transhipment é uma carga que tem tido um crescimento notável, principalmente neste região mediterrânica. Nos últimos dez anos, retirando 2020, registou-se um crescimento de +8,5% ao ano, chegando a uma ordem de grandeza de 12 milhões de contentores nestes cinco portos: Barcelona, Valência, Algeciras, Sines e Tânger Med», frisou.

Durante a análise, José Luís Cacho mostrou-se confiante na contínua progressão do porto alentejano, mesmo num contexto de árdua competição, típica do segmento do transhipment de contentores. «Acreditamos que [o mercado contentorizado no mediterrâneo] vai continuar a crescer juntamente com o comércio marítimo. Acreditamos que é sustentável e que todos terão oportunidade de crescer. Sines, dado o contexto que tem, vai crescer mais que os outros portos. Sines tem crescido mais que os portos da concorrência», sublinhou o responsável.

Sines vive «momento de transição desafiante»

Tal como a Revista Cargo reportou há dias atrás, o presidente da APS explicou que o porto vive um «momento de transição desafiante», correndo para garantir «futuro sustentável» perante um mundo em mutação: maior exigência ecológica, imperativos de sustentabilidade e busca de novos paradigmas energéticos. Vivemos hoje num mundo em mudança, onde o agente principal dessa mudança são as alterações climáticas – pandemia veio induzir um efeito acelerador e teve um impacto forte em toda a económica e à escala global, tendo, naturalmente, um impacto no porto, devido ao encerramento da central termoeléctrica», declarou José Luís Cacho, ao iniciar a sua intervenção no webinar da APAT.

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