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JUL e a articulação intermodal: «Estamos a trabalhar no ‘layout’ de Sines», adianta José Simão

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Em declarações proferidas durante a sua intervenção no webinar ‘Eficiência’, promovido este mês de Julho pela associação ADFERSIT, José Simão, director-geral da DGRM, adiantou que a evolução dos trabalhos no âmbito da Janela Única Logística (JUL) intensifica-se actualmente na modalidade ferroviária, com foco no layout de Sines e na articulação com os restantes portos nacionais.

JUL: foco primacial na ferrovia; depois vem a rodovia

«Actualmente, o que estamos a implementar é esta boa prática na articulação intermodal com o hinterland (rodovia e ferrovia). A prioridade, neste momento, vai para a ferrovia, e estamos a trabalhar muito no layout de Sines e na articulação com os outros portos nacionais», detalhou José Simão durante a sua intervenção inaugural na vídeo-conferência, subjugada ao tema ‘Eficiência’, que visa preparar o 14º Congresso Nacional da ADFERSIT.

«A seguir, o foco estará na rodovia», adiantou o director-geral da DGRM. «Precisamos de trabalhar intensamente com a rodovia esta ligação através dos pontos de concentração de cargas no hinterland, nomeadamente na última milha, para chegar ao cliente final», acrescentou o responsável, que tem sido, desde o início, uma das figuras mais proeminentes do processo nacional de digitalização dos portos e do sector logístico.

José Simão explicou, ainda, as potencialidades da desmaterialização dos processos e os ganhos de eficiência e agilidade que instrumentos digitais como a Janela Única Logística (JUL) trazem para a esfera dos transportes: «Os actores que precisam de utilizar o porto fazem a entrega uma só vez, através desta plataforma, e esta depois distribui todo o manancial de informação às entidades que têm de se pronunciar, como a autoridade portuária, a AT e todas as entidades relacionadas com o navio e com a mercadoria», descreveu.

«Todos estes procedimentos são realizados tendo por chapéu a Janela Única, que faz a articulação, em back office, entre todas as entidades do porto que se pronunciam sobre as escalas e apresentam ao cliente através desse canal a resposta articulada. A complexidade é gerida em back office; para o cliente, é um balcão único, onde entrega a informação de uma só vez e recebe o feedback necessário», rematou.

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