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Ministra do Mar quer Porto de Sines «entre os cinco melhores» da Europa

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Na sua mais recente edição, o programa radiofónico da Comunidade Portuária de Sines (CPSI), emitido na Rádio Miróbriga, contou com a participação da Ministra do Mar, Ana Paula Vitorino. A governante falou sobre a implementação da Janela Única Logística (JUL), a estratégia de aumento da eficiência e competitividade (com Sines à cabeça dessa corrida) e as potencialidades geoestratégicas da nova Rota da Seda.



Introdução da JUL: é «internalizar uma eficiência que até agora estava apenas nos portos»

«Juntando a JUL e os portos secos, aquilo que nós estamos a conseguir é trazer a excelência operacional mas também uma elevada qualidade de serviço a todo o sistema logístico nacional e com isto aumentar a competitividade por via de se baixar os custos de contexto», começou por declarar Ana Paula Vitorino.

«Para além da melhoria das condições físicas dos terminais, ao simplificarmos aumentámos a eficiência, é uma outra forma de apostarmos na competitividade dos portos e de todo o sistema logístico nacional. Ao estendermos estas eficiências a todo o território nacional, o que estamos a dizer é que estamos a internalizar em toda a economia portuguesa uma eficiência que até agora estava apenas nos portos», explicou.

Objectivo para a próxima década é colocar Sines «entre os cinco melhores» da Europa

Governo Sistema Nacional Barreiro memorandoA governante rejeitou liminarmente o cenário de atraso na implementação da JUL: «Não estamos atrasados. Evidentemente, em matéria económica, nós gostaríamos de estar sempre mais além porque queremos sempre antecipar tudo aquilo que é eficiência, mas não estamos atrasados. Tal como fomos pioneiros quando fizemos a JUP, vamos agora também ser pioneiros ao fazer a JUL», respondeu.

«Estamos a entrar na indústria 4.0 de uma forma inovadora e antes da maioria dos países. Temos portos, como Sines, que de facto já está entre os melhores 15 a nível europeu, e o objectivo é o de colocá-lo entre os cinco melhores a nível europeu», atirou a ministra, revelando que essa meta será alcançada «durante a próxima década», sem colocar de parte a ambição do crescimento homogéneo.

Benefícios da JUL: 30 milhões provenientes da «interacção marítimo ferroviária» e 21 da «marítimo-rodoviária»

«Cada vez mais é imprescindível calcular quais são os benefícios que poderemos obter; fizemos o mesmo com a JUP – a realidade mostrou-se muito mais generosa que os estudos que tínhamos feito, ou seja, o benefício foi bastante superior. As estimativas que existem nos primeiros 3 anos de funcionamento teremos um benefício de cerca de 50 milhões de euros, 30 que vêm da interacção marítimo-ferroviária e 21 da interacção marítimo-rodoviária. Isto são benefícios para os privados», afirmou Ana Paula Vitorino.



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