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Xunta da Galiza desagradada com exclusão da ligação ferroviária Porto-Vigo do Corredor Atlântico

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O Parlamento Europeu, o Conselho da União Europeia e a Comissão Europeia chegaram finalmente a acordo sobre a inclusão da linha ferroviária entre a Corunha, Vigo, Ourense e Leão na rede prioritária do transporte de mercadorias na União Europeia, um desenvolvimento que permitirá o acesso a fundos comunitários de cerca de 30.600 milhões de euros a partir do ano de 2021.

No entanto, a ligação entre Vigo e Porto foi deixada fora da redefinição e ampliação do traçado do Corredor Atlântico, sendo assim relegada para a rede secundária, o que limitará bastante o acesso ao financiamento europeu e, consequentemente, reduzirá as hipóteses de incremento da visibilidade e competitividade do Porto de Vigo, que terá mais dificuldade em atrair novas cargas e posicionar seus serviços internacionalmente.

Desta feita, adiantou o jornal regional ‘Faro de Vigo’ que a decisão desagradou à Xunta da Galiza, já que deixa a infra-estrutura portuária de fora do corredor comunitário – uma vez fora da rede básica (ou core) da RTE-T, os investimentos na ligação ferroviária entre Vigo e o Porto somente poderão ser co-financiados num máximo de 50%, já que se trata de um troço transfronteiriço.

Enquanto o Porto da Corunha foi incluído na rede core e conta com um prazo para obras que se estende até 2030, no caso do porto viguês as acções estão previstas para 2050, segundo o jornal espanhol. Recorde-se que a Xunta havia pedido ao Executivo que tomasse as diligências necessárias para incluir a saída sul de Vigo no Plano Director do Corredor Atlântico, para reduzir o tempo de viagem com Portugal.

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