Liscont: evolução produtiva deve-se a «equipa polivalente» e ao ‘Focus Vessel’, explicou Alexandre Gonçalves

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O terminal de contentores da Liscont, no Porto de Lisboa, obteve o melhor quadrimestre de 2019 entre todos os terminais do portefólio da empresa Yilport – a operação, que está a cargo da holding turca desde 2016, registou o melhor resultado em termos de movimentos brutos por hora, um dos indicadores mais significativos em termos de produtividade. Alexandre Gonçalves, Director de Operações da Liscont, analisou esta evolução.

Alexandre Gonçalves elogiou «tecnicamente dotada»

Em declarações prestadas à revista publicada pela Yilport (recentemente lançada), o timoneiro das operações no terminal lisboeta explicou o caminho para o sucesso: «Atribuímos esta melhoria a dois importantes factores: primeiro, a uma polivalente e tecnicamente dotada equipa, e depois a um programa ‘Focus Vessel’, levado a cabo desde 2017, no seguimento das rotinas de melhoria de processos já implementadas», declarou.

Qual o segredo por detrás da construção de uma equipa vencedora? «É importante realçar que tivemos, tanto nas tarefas operacionais como no planeamento, profissionais experientes e flexíveis. Preparamos as operações e criamos cenários alternativos para sermos capazes de reagir a eventos imprevisíveis, estando alertados sobre a quase totalidade do ciclo de processos, o que é um trunfo de valor acrescentado», respondeu.

Exercício ‘Focus Vessel’: um esforço conjunto que ajudou ao sucesso

«Cada membro da equipa está ciente do impacto das suas acções e do seu desempenho na cadeia de acontecimentos, e isso é uma mais-valia que assegura a cooperação e optimiza o resultado final», acrescentou o Director de Operações, que deu ainda ênfase à importância do Focus Vessel na progressão da operação do terminal do Porto de Lisboa.

«Fizemos um upgrade ao que já se estava a desenvolver em termos de análise e revisão de processos. Começámos por escolher um navio regular e significativo, neste caso, do nosso bom cliente Hapag-Lloyd, passando depois por todas as etapas e tarefas, incluindo todos os detalhes. Tanto as equipas internas quanto o cliente estavam envolvidos, já que as mudanças e ajustes não eram possíveis sem a colaboração das partes envolvidas».

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