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Lufthansa Cargo lidera digitalização: «Emissão de cartas de porte informáticas ultrapassa os 85%»

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Mário Ferreira LufthansaMário Ferreira, responsável da Lufthansa Cargo em Portugal, marcou presença no último congresso da APAT, e, ao semanário ‘Expresso‘, analisou a evolução da digitalização no sector transitário e na carga aérea, explicando que a aposta nos trunfos informáticos é uma das formas de responder ao encurtamento progressivo das margens dos players (intermediários) que actualmente de debatem com um contexto disruptivo.

«Isto é uma situação que, realmente, se vem a agravar nos últimos tempos. De qualquer das formas, há sempre uma hipótese de tentar, de alguma forma, reduzir custos nas empresas, fazendo uso de novos processos, revendo os processos, processos de lean que tornem as operações menos complicadas, o uso da digitalização e da conectividade entre os vários sistemas com os parceiros que utilizam, seja no sector marítimo ou aéreo – do qual eu faço parte. Existem várias ferramentas ao dispor, para que seja possível reduzir custos, para melhor elaborar os seus processos e, eventualmente, diminuindo o impacto que o aumento de custos tem nas margens que comercializam», declarou Mário Ferreira.

e-Freight: uma revolução de sustentabilidade e transparência

O responsável da Lufthansa Cargo lembrou que a empresa é uma referência global no que diz respeito à aposta na digitalização (tendo encabeçado o fomento da utilização generalizada da carta de porte electrónica), e que, actualmente, a «emissão de cartas de porte informáticas já ultrapassa os 85%». «A minha empresa é líder no sector e é líder em digitalização. O e-freight – a eliminação do papel no transporte por carga aérea – é um passo enorme neste perspectiva: faz com que haja, ecologicamente, uma grande mais-valia, porque o papel transportado diariamente é imenso, mas também no que toca à transparência no negócio, com as transmissões digitais dos documentos de transporte», sublinhou.

«Aquilo que o agente de carga aérea e o transitário emitem para o transportador aéreo é a mesma informação que vai desde a origem até ao destino, permitindo maior rapidez de processos e ao mesmo tempo uma fidelização de dados que ajuda a evitar irregularidades no processo logístico. Obviamente que nem todos estão devidamente preparados para isso, mas vamos no bom caminho. Em Portugal, quando se fala em digitalização em geral, já temos cerca de 80% das reservas efectuadas ou directamente no nosso sistema ou através de plataformas digitais. A emissão de cartas de porte informáticas já ultrapassa os 85%», rematou Mário Ferreira, na sequência do Congresso da APAT.

Fonte: Expresso

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