Luis Figueiredo ETE ferryboat

Luís Figueiredo: Grupo ETE na «vanguarda da engenharia» com construção de ferry eléctrico

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No passado dia 25 de Março, foi apresentado, nos estaleiros da Navaltagus, no Seixal, o projecto de construção da nova embarcação eléctrica que vai materializar a travessia entre a freguesia de São Jacinto e o Forte da Barra, na Gafanha da Nazaré. O ferryboat – que será construído pelo Grupo ETE – espelha a «vanguarda da engenharia» demonstrada pelo grupo, assinalou Luís Figueiredo, administrador e accionista do grupo.

Luís Figueiredo enaltece «desafio pioneiro na área da mobilidade»

Luís Figueiredo ETE«A construção e a exploração do primeiro ferryboat eléctrico de Portugal, posiciona-nos na vanguarda da engenharia, permitindo-nos dar resposta a um desafio pioneiro na área da mobilidade. Pelas suas características que representam um impacto ambiental positivo para a Região e Ria de Aveiro, estamos certos, que este projecto será apenas o primeiro passo de um caminho que alavancará o mercado da mobilidade eléctrica e da preocupação crescente com a sustentabilidade», declarou Luís Figueiredo. O projecto, recorde-se, representa um investimento total superior a 7 milhões de euros.

O início da construção deste ferryboat 100% eléctrico está previsto para o arranque do terceiro trimestre e foi adjudicado ao agrupamento de empresas Navaltagus e Navalrocha (que integram o Grupo ETE) com um prazo de 18 meses para a sua conceção e construção. Trata-se do primeiro ferryboat português 100% eléctrico, com zero emissões de CO2 a navegar em território nacional. É a primeira embarcação eléctrica made in Portugal a ser construído por marcas nacionais – tal como a reportagem da Revista Cargo havia já relatado aqui.

A embarcação permitirá reduzir a emissão de 300 toneladas de CO2 quando comparado com o modelo vigente; simultaneamente, irá reduzir em cerca de 30% o consumo energético, munido de uma capacidade para transportar mais do dobro de passageiros que o ferry actual que tem mais de 60 anos, 260 contra 112, o que corresponde a um aumento de 132% e tem capacidade para mais viaturas, 19 contra 12 (capacidade normal do actual ferry).

Fonte: Eco

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