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Maersk com prejuízos de 59 milhões de euros derivados do ciberataque

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A Maersk foi alvo, na passada semana, do ciberataque que afectou uma série de entidades (públicas e privadas) e que ficou conhecido como o vírus Petya. O ataque informático afectou as operações da transportadora marítima Maersk Line e da gestora de terminais portuários APM Terminals.

Num processo que a Revista Cargo tem acompanhado de perto, é agora tempo de fazer balanços – visto que empresa dinamarquesa afirma estar já em recuperação, admitindo que o regresso à completa normalidade demore algum tempo.

Segundo a CyberKeel, especialista em segurança informática, a Maersk terá perdido pelo menos 59 milhões de euros e cerca de 82.500 TEU terão sido afectados pelo vírus Petya.

Efeito dominó

Ainda segundo a CyberKeel, os efeitos do vírus Petya não se fizeram sentir apenas na Maersk Line, na APM Terminals e nos respectivos clientes. Safmarine, Seago, MCC Transport e Sealand também acabaram afectadas pelo efeito dominó.

Em relação aos carregadores, estima-se que sejam dezenas de milhares os afectados. Com os sistemas informáticos em baixo, várias foram as operações que não puderam ser realizadas, seja a bordo de navios da Maersk Line seja nos terminais da APM.

A CyberKeel vê na aliança 2M um benefício neste caso, uma vez que permite que a Maersk possa desviar navios dos terminais que não estão operacionais – a MSC, por exemplo, opera em 53 terminais à escala global, para os quais a Maersk pode desviar alguns navios, refere a especialista informática.

A CyberKeel vê ainda este ataque como uma oportunidade para que a indústria reforce a aposta numa maior segurança dos seus sistemas informáticos.

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