MAN expõe o poderio do seu MAN TGS 18.510 4×4 BLS na feira AGRITECHNICA 2019

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Os camiões estão a tornar-se cada vez mais importantes na agricultura: efectuam os transportes entre a empresa agrícola, o campo e o armazém. Daí não ser surpresa a aposta da MAN na criação de «vantagens» nos seus camiões agrícolas», munidos de trunfos como «a elevada carga útil, o baixo consumo de combustível, o máximo conforto de condução e a alta velocidade típica dos camiões», revelou a MAN. Na feira AGRITECHNICA 2019, a marca expõe no pavilhão 16 / stand D41, um MAN TGS 18.510 4×4 BLS, adequado ao sector e equipado como camião agrícola.

MAN TGS como camião agrícola

Na maioria dos casos, são tractores de semi-reboque da Série MAN TGS com o semi-reboque construído expressamente para trabalhos agrícolas. Dependendo da tarefa, pode alternar de forma flexível entre camiões colectores, camiões basculantes ou contentores para composto. Equipados como um complemento com acoplamentos de reboque, também é possível acoplar semi-reboques ou reboques de forma flexível.

«Especialmente para uma utilização combinada no campo, em estradas não pavimentadas e na estrada para a exploração agrícola, o comércio de produtos agrícolas ou a empresa de transformação, o MAN TGS com tracção integral está disponível com uma altura elevada de construção e com tracção dianteira permanente ou comutável. O tractor de semi-reboque de dois eixos exposto, o MAN TGS 18.510 4×4 BLS, convence pelo seu equipamento específico direccionado para o sector agrícola», explica a marca.

Estão equipados com pneus agrícolas largos e que não danificam o solo com as dimensões de 445/65 R22.5 à frente e 600/50 R22.5 atrás. Desta forma, é possível manter a largura habitual dos camiões de 2,55 metros: «Uns pneus tão largos cumprem os requisitos quanto à manutenção de estradas rurais e superfícies úteis ao usarem uma baixa pressão, com tracção no campo graças ao seu perfil em V e uma alta velocidade de transporte, típica dos camiões rodoviários. A tracção integral permanente é a opção preferida para a utilização agrícola. Em combinação com os pneus agrícolas largos e que não danificam o solo, liberta o seu potencial quando viaja de estradas rurais para as pastagens ou campos de cultivo», diz a marca.

A passagem directa da mercadoria transportada entre a máquina agrícola no campo e o camião evita interrupções da colheita ou do trabalho do campo, e reduz os trajectos: «Por exemplo, a ceifeira-debulhadora pode esvaziar o seu silo de cereais, o espalhador de estrume pode ser carregado e o triturador pode encher o semi-reboque que circula ao seu lado com aparas de relva ou silagem de milho. Além disso, nem todas as estradas de acesso aos silos em corredores, depósitos de estrume ou instalações de silos são asfaltadas», descreve a MAN.

O diferencial central na caixa de transferência evita danos no campo no caso de tracção integral permanente, uma vez que ao conduzir em curvas é criada uma compensação entre o eixo dianteiro e o eixo traseiro. Para obter o máximo de tracção, o condutor pode acoplar os bloqueios do diferencial na direcção longitudinal e, posteriormente, na direcção transversal utilizando um interruptor rotativo. A montagem de uma peça de suporte do reboque na extremidade da estrutura é opcional para os camiões agrícolas. É constituída por uma boca de engate com cavilha de engate de 38mm e um acoplamento de cabeça esférica de 80mm. Esta inclui esferas de direcção de 50mm para puxar reboques agrícolas com uma direcção forçada.

Graças a este dispositivo, nas curvas, os reboques seguem o rasto do tractor de forma perfeita. Na traseira existem várias ligações para o sistema hidráulico, o fornecimento de ar do travão do reboque e os conectores de alimentação. A isto se junta uma câmara de marcha-atrás. O sistema hidráulico instalado no MAN TGS com função LoadSensing regula o caudal e a pressão do óleo, em função das necessidades. Desta forma, a potência hidráulica total só está disponível quando é necessária. O facto de a bomba hidráulica nem sempre ter de funcionar com a capacidade total de carga, poupa combustível e contribui para a rentabilidade do veículo.

Posto de trabalho agradável para o condutor

O condutor acede comodamente à cabina do MAN subindo quatro degraus. Na parede traseira existe uma grande janela para poder ver a mercadoria transportada. As imagens das duas câmaras, incluindo a câmara de marcha-atrás, podem ser visualizadas no ecrã de 7 polegadas do sistema de Infotainment MAN. O novo sistema de direcção assistida activa MAN Comfort Steering oferece assistência ao condutor.

Dependendo da situação, um motor eléctrico reforça com um binário adicional o binário da direcção aplicado pelo condutor, reduzindo assim o esforço necessário para manusear a direcção, fazendo com que desta forma a condução seja, de forma geral, mais precisa e confortável. Adaptada à velo-cidade de condução, a direcção é mais suave para o condutor ao manobrar, aumentando a manutenção da trajectória ao conduzir rapidamente. O sistema de câmara e monitor ajudam o condutor a monitorizar a área em torno do veículo, reforçando a função do espelho retrovisor e do espelho de arrumação.

Novos motores no MAN TGS

Ao longo de 2019, a MAN lançou uma nova família de motores na versão Euro6. Para mercados não europeus, a MAN continua a incluir no programa motores que cumprem os valores previstos das classificações de emissões de gases de escape Euro2 a Euro5.

A MAN concebeu o novo motor D15 de 9 litros, um motor de 6 cilindros em linha com injecção Common Rail e uma cilindrada de 9037cc. Com os três níveis de potência de 330CV (243kW), 360CV (265kW) e 400CV (294kW), encontra-se equipado nas séries de camiões MAN TGS e TGX. «Em comparação com o seu antecessor, a série de motores MAN D20 oferece mais potência, menos peso e maior eficiência de combustível com uma cilindrada mais reduzida. Uma vantagem significativa é o baixo peso do motor. Aproximadamente 230 quilogramas favorecem a carga útil», adianta a marca.

Os motores aperfeiçoados da série D26 têm agora mais 10 CV de potência e mais 100 Nm de binário. Por conseguinte, os novos níveis de potência na classe de emissão Euro6 são de 430CV (316kW), 470CV (346kW) e de 510CV (375kW). Especialmente a velocidades baixas e médias (como as que prevalecem num camião agrícola) é onde o MAN PriTarder, livre de desgaste, desenvolve toda a sua força de travagem. 645kW é a potência de travagem máxima do sistema integrado no circuito de água do motor.

O camião agrícola TGS 18.510 apresentado pela MAN possui o nível de potência mais elevado em conjunto com a caixa de velocidades automat-zada MAN TipMatic 12. O software de mudança de velocidades offroad, que é oferecido nos veículos de tração integral e que é activado no selector da caixa de velocidades ao rodar o interruptor para a posição Dx, é especial-mente adaptado às deslocações em todo-o-terreno. Evita os saltos de velo-cidades e possui tempos mais curtos para a mudança de velocidades, bem como rotações mais elevadas de mudança da velocidade para evitar que a força de tracção da propulsão seja interrompida.

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