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Márcio Lopes (ANTP): CCT é «passo significativo» para um sector que busca «mais união»

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O dia 29 de Outubro foi um dia em cheio para o sector do transporte rodoviário (pesados) de mercadorias: a sede da ANTRAM foi palco da assinatura, por parte de cinco entidades (FECTRANS, SIMM, SNM, SNMMP e ANTP), do novo contrato colectivo de trabalho (CCT). Um dia que simbolizou a pacificação de um sector que viveu um ano de 2019 turbulento e instável, com greves (em Abril e Agosto) e vários processo de negociação falhados. Aos microfones da Revista Cargo, Márcio Lopes, presidente da ANTP, analisou a assinatura do novo CCT.

A assinatura do CCT «representa um passo significativo para o sector, temos de ter um pouco mais de união», começou por declarar Márcio Lopes, logo após assinar o documento, na sede da ANTRAM. «Falo de um passo importante porquê? Porque se cada um andar de costas voltadas, a criar situações que não encontram qualquer ligação mais à frente, não iremos a lado nenhum», alertou.

«Isto é um passo importante. O Contrato Colectivo de Trabalho foi assinado por todos os sindicatos e pelas duas associações que representam o sector dos transportes, para que nós consigamos planear o futuro, para que consigamos planear um projecto para todo o sector dos transportes, a longo prazo. Isto é o início de um caminho que vai ser feito, passo a passo. É um caminho satisfatório para ambas as partes», reforçou.

«Este CCT é satisfatório para todas as partes, porque, não só os trabalhadores irão ficar mais favorecidos com o aumento de ordenado que vão ter, como também as empresas vão ficar mais controladas e mais compatibilizadas com as realidades do sector», finalizou.

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