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NAV investe 103,8 milhões em novo sistema de tráfego aéreo e equaciona nova torre de controlo

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A NAV – Navegação Aérea de Portugal investirá 103,8 milhões no novo sistema de gestão de tráfego aéreo até 2023, num projecto que também prevê a construção de uma nova torre de controlo em Lisboa. Durante a apresentação do novo sistema, o presidente da NAV realçou que o investimento é essencial para uma adaptação às exigências regulamentares, em termos de incremento de segurança, que serão impostas pela União Europeia.

«A empresa tem que se equipar para estar entre as melhores como sempre esteve», comentou Jorge Ponce de Leão à Lusa, adiantando que este investimento será suportado por recursos próprios da NAV. O projecto, chamado de ‘Top Sky’, que já atravessa uma fase de testes, visa responder à procura actual, na sequência do aumento de cerca de 50% dos movimentos no aeroporto de Lisboa nos últimos cinco anos.

Nova torre de controlo em Lisboa no horizonte

Ponce de Leão aproveitou a ocasião – que contou com a presença do secretário de Estado Adjunto e das Comunicações, Alberto Souto de Miranda – para colocar a tónica na necessidade de se avançar com a localização efectiva da torre de controlo de Lisboa, prevista no investimento, para que se consiga cumprir os prazos definidos. Sobre o dossier, o governante afirmou que o Governo tem vindo a acompanhar com a ANA o processo.

«Há um diálogo entre a ANA e a NAV sobre as especificações técnicas da torre para definirem exactamente onde será implementada. São pormenores que, estou certo, de que não vão causar nenhum atraso, será localizado do outro lado da actual pista [do Aeroporto Humberto Delgado], junto à avenida Santos e Castro e junto aquele que será a localização do novo terminal militar», explicou o governante aos jornalistas.

Modernização «absolutamente necessária», frisou governante

Alberto Souto de Miranda realçou que a NAV tem um plano de investimentos audaz que se adequa às necessidades de modernização tecnológica e a que esse mesmo investimento «não irá onerar o Orçamento do Estado porque haverá meios próprios». O governante destacou ainda o aumento de capacidade de gestão de tráfego aéreo e a optimização dos meios actuais, aumentando muito a capacidade do aeroporto.

«Estamos a falar de uma modernização tecnológica absolutamente necessária, não é que o sistema actual não seja seguro, mas não tem as capacidades para se conectar quer aos sistemas europeus quer às novas possibilidades técnicas que têm vindo a ser desenvolvidas», rematou, citado pela Lusa e pelo Jornal de Negócios.

Com Lusa

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