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Navalrocha não abrandou na pandemia e caminha para o seu melhor ano desde 2017

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Os estaleiros da Navalrocha não desaceleraram a sua actividade durante a pandemia de COVID-19 e continuam a acumular intervenções e reparações em navios, ao ponto de, feito o balanço dos primeiros seis meses do ano, se encaminharem para o melhor ano desde 2017.

Em comunicado, a empresa, que pertence ao Grupo ETE, revela que os volumes de encomendas encontram-se, neste primeiro semestre, acima do verificado nos últimos três anos. Uma multiplicidade de intervenções em navios de carga geral, ferries, rebocadoras, navios ro-ro e também navios de cruzeiros atestam a capacidade multi-facetada dos estaleiros da Navalrocha: até Junho, a empresa envolveu-se em meia centena de concursos.

Caso as previsões da empresa se concretizem, 2021 deverá encerrar com cerca de uma centena de concursos acumulados, conduzindo, assim, a Navalrocha ao melhor ano desde 2017, explicou Sérgio Rodrigues, director comercial da Navalrocha. Este grau de desempenho torna-se ainda mais encorajador tendo em conta que a pandemia força a meticulosos processos internos e mais custos com cuidados sanitários.

Navalrocha de olhos postos no segmento dos navios químicos

Navalrocha Shipyard 10Para Sérgio Rodrigues, a segunda metade do ano poderá trazer, novamente, resultados encorajadores, existindo já vários encomendas para o Verão e para a recta final do ano: intervenções em navios químicos, cimenteiros, de investigação oceanográfica e também reboques. Uma das grandes redes de segurança da empresa, em termos de volume de negócio, é a área dos cruzeiros: a Navalrocha conta com várias intervenções firmadas até 2023.

Entre as opções estratégicas para o futuro está, também, a captação de maiores volumes de encomendas no que toca a navios químicos e de GPL. «Existe um grande potencial de expansão da Navalrocha nesta área, devido à nossa localização estratégica, perto do pólo industrial e portuário de Sines, que tem um perfil global cada vez maior como porta de entrada para a Europa. Só em Sines, podemos obter mais 70% da quota de mercado, atraindo novos clientes de transporte marítimo europeus e asiático», comentou o director comercial da empresa, citado no comunicado.

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