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Aposta fluvial consolidará Porto de Lisboa «como porto multimodal», considera Ministra do Mar

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Para a Ministra do Mar a navegabilidade fluvial do Tejo é um «projecto essencial para garantir o desenvolvimento sustentável do Porto de Lisboa». As palavras, proferidas no passado dia 2 de Agosto, aquando da apresentação do estudo liderado por Faustino Gomes, deram enfoque à transferência modal que a APL busca, procurando, com a aposta fluvial, aliviar a pressão rodoviária nos acessos da capital e capitalizar o potencial do Tejo, assim maximizando a fluência logística e empresarial ao longo das suas margens.

Aposta fluvial e a «descarbonização das cadeias logísticas» do porto

«O estudo da navegabilidade fluvial do Rio Tejo – do corredor fluvial da cala das Barcas até ao limite montante da área de jurisdição do Porto de Lisboa – em articulação com a sua extensão natural até à plataforma logística de Castanheira do Ribatejo, é fundamental para retomar a movimentação de mercadorias no Rio Tejo, incluindo a carga contentorizada dos terminais situados na margem Norte, promovendo o crescimento do porto e evitando a entrada de carga pesada no tecido urbano», comentou Ana Paula Vitorino.

Ana Paula Vitorino ministra do Mar bluetech revista cargo«Ao mesmo tempo, a concretização deste projecto vem permitir a integração dos terminais situados na margem Sul, os actuais e o futuro Terminal do Barreiro, consolidando o Porto de Lisboa como um porto multimodal, desenvolvido nas duas margens do rio», acrescentou a líder da pasta do Mar. A aposta é um trunfo sustentável que abraça os desafios ambientais do futuro: «A transferência modal a concretizar com este projecto, vai permitir uma redução significativa da emissão de gases com efeito de estufa, e vai reforçar a ligação do porto às plataformas logísticas da zona norte do Porto de Lisboa, tornando-o mais eficiente e mais eficaz na capacidade de distribuição e escoamento da carga», explicou.

«O descongestionamento das redes viárias e a redução do tráfego de camiões têm como consequência a descarbonização das cadeias logísticas associadas ao Porto de Lisboa, estimando-se que no período de consolidação da implementação do projecto venha a significar uma redução de GEE em cerca de 50%», rematou Ana Paula Vitorino.

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