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Navios que arvoram bandeira lusa são pioneiros em ter toda a documentação digitalizada

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Em declarações prestadas durante a conferência ‘Digital Transition in Shipping’, promovida pela ENIDH, José Simão, director-geral da DGRM, vincou os «avanços em digitalização» levados a cabo por Portugal, frisando que os navios da marinha mercante que arvoram a bandeira lusa «são os primeiros no mundo a ter simultaneamente toda a documentação estatutária de navios e documentos de marítimos, em formato electrónico».

Navios da marinha mercante com bandeira lusa são sinónimo de progresso digital

José Simão DGRM Shipping«Os navios da marinha mercante que arvoram a bandeira portuguesa são os primeiros no mundo a ter simultaneamente toda a documentação estatutária de navios e documentos de marítimos, em formato electrónico. Este feito, é fruto das sinergias e colaboração entre os diferentes organismos do Ministério do Estado, para a emissão de certificados electrónicos, assinados digitalmente, atestando-se a sua autenticidade e verificação online, facilitando as operações de controlo de Estado Bandeira e Estado de Porto», declarou o director-geral da DGRM.

O responsável lembrou que «a digitalização é também um instrumento da maior importância para os aspectos ambientais», sendo o processo de transição digital «importante» para a realização da transição energética. Para José Simão, a «realidade do Shipping moderno» passa cada vez mais pela vertente de sustentabilidade ambiental, dados os esforços conjuntos das organizações internacionais rumo a um sector mais ecológico e mais neutral em termos de emissões poluentes. Recorde-se que o Shipping tem, gradualmente, adoptado várias regras de minimização do impacto da sua pegada ecológica, como, por exemplo, a introdução, no arranque do passado ano de 2020, da chamada Sulphur Cap.

«Iniciativas como o e-ship, são igualmente um marco internacional na gestão das cargas não contentorizáveis (a granel e liquefeitas) porque definem padrões, que no futuro serão objeto de benchlearning pelos actores internacionais», declarou ainda José Simão.

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