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«Negócio dos contentores vai crescer nos próximos anos», afiançou presidente da APS

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Na sua participação no webinar ‘A Logística e os Portos enquanto “nós” da Intermodalidade’, realizado pela associação ADFERSIT, José Luís Cacho, presidente do Conselho de Administração da APS, assegurou que o Porto de Sines perspectiva um crescimento na movimentação de contentores.

Negócio dos contentores perspectiva duplicação de volumes

«O negócio dos contentores vai crescer nos próximos anos, vai desenvolver-se. Com o acordo que fizemos com a PSA e MSC vamos, nos próximos, 5/10 anos, projectar volumes na ordem dos 4 milhões de contentores, portanto, uma duplicação daquilo que faz hoje em dia. Na parte da carga contentorizada, temos, claro, a questão do Terminal Vasco da Gama – esse caminho está traçado, está definido», declarou José Luís Cacho.

Porto de SInesO líder da APS adiantou também que o plano estratégico do porto alentejano está concluído, faltando apenas limar os últimos detalhes antes da sua apresentação, que estará para breve. A administração reuniu um conjunto de técnicos e especialistas para delinear abordagens tendo em conta a diversificação e captação de cargas por parte do porto. Para Sines, a prioridade é «arranjar novos mecanismos de sustentabilidade» e novos negócios.

«Temos que rapidamente arranjar novos mecanismos de sustentabilidade e áreas de negócios. Com a questão da pandemia, tudo se acelerou. Não trouxe nada de novo, mas acelerou um conjunto de processos muito ligados às alterações climáticas. Tudo isto veio criar maior pressão sobre nós. Aproveitámos a oportunidade e constituímos uma equipa interna, envolvendo um conjunto de empresas e stakeholders de Portugal e Espanha, e actualmente estamos na fase final desse processo», adiantou José Luís Cacho, lembrando que a infra-estrutura portuária deseja «desenvolver novas áreas de negócio, novas cargas, novos investimentos, de captar mais carga de hinterland e de captar mais carga local».

«O caminho é o de apontar a novos projectos industriais e logísticos na área portuária, na ZILS, e, também, a necessidade da melhoria das infra-estruturas rodoviárias e ferroviárias, para ter melhor penetração no hinterland ibérico», declarou ainda José Luís Cacho.

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