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Omissões e confusões: NGVA Europe corrige posição da T&E quanto ao estudo da TNO sobre GNL

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Em reacção às conclusões da T&E, à luz do estudo holandês que verificou que as emissões de NOx são cinco vezes maiores nos camiões alimentados a GNL em comparação com os camiões movidos a gasóleo, a Natural & bio Gas Vehicle Association (NGVA Europe) veio a público, através de um comunicado, analisar os resultados do estudo da TNO (Organização Holandesa de Pesquisa Científica Aplicada), colocando os pontos nos is.

«O artigo ‘Os camiões a gás reduzem as emissões?’, publicado pela T&E, dá-nos a oportunidade de corrigir alguns aspectos e complementar elementos educacionais e detalhes sobre o gás no transporte», introduziu a NGVA Europe, que, na sua intervenção, se juntou à GASNAM na defesa do potencial sustentável do gás natural. «As conclusões da T&E são baseadas num conjunto de medições de emissões conduzidas pela TNO. No entanto, embora os relatórios do TNO sejam cientificamente comprovados, as conclusões tiradas pelo T&E estão desalinhadas com as medições relatadas», frisa.

regulamento camiões iruComecemos pelas emissões de NOx: denota a associação que a T&E não incluiu «um relatório intermediário de 2018 do TNO (R11448) em suas análises» – o relatório, que abrange exactamente os mesmos veículos, mostra uma redução das emissões de NOx em mais de um factor 6 em comparação com o Diesel». Uma campanha experimental paralela, executando medições de carga extensiva ao longo de um período de 2 anos, demonstrou que os camiões de gás natural emitem entre 40% e 60% menos NOx em comparação com seus modelos Diesel equivalentes, lembra.

No que toca às emissões de partículas, explica a NGVA Europe que a T&E «confunde PM (massa de partículas) com PN (número de partículas). A redução de PM de 95% em relação ao Diesel é certificada a partir de dados públicos de homologação. As emissões de PN de motores de explosão sem dispositivo de filtragem, conforme relatado correctamente pelo TNO» acabam por ser «mais baixas» face ao Diesel com filtro de partículas. «Este é um excelente resultado obtido graças às características específicas do gás natural», sublinha a associação.

No domínio das emissões de gases de efeito de estufa, (GEE), explica a NGVA que «o relatório TNO 2019 (R10193) mostra uma redução de 8% nas emissões equivalentes de CO2 do tubo de escape para motores de explosão, aumentando para 20% no que toca à tecnologia HPDI (Injecção Directa de Alta Pressão). Ao observar o perfil típico da missão de um camião de GNL, as reduções medidas são ainda maiores: 10% para motores de explosão e 22% para a tecnologia HPDI», conclui a associação, assim desvalorizando a precisão das críticas da T&E.

 

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