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Nuno Araújo deixa o alerta: extensão do quebra-mar é «absolutamente fundamental»

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O presidente da Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL) voltou a abordar o tema da extensão do quebra-mar do Porto de Leixões, obra bastante ansiada pela comunidade portuária e que tem enfrentado alguns entraves. Numa mensagem publicada nas redes sociais, Nuno Araújo vincou que o prolongamento da estrutura é «absolutamente fundamental» para a evolução do porto, da região e até do país.

Nuno Araújo: solução terá «mínimo impacto possível na comunidade»

Nuno Araújo APDL Dia do Porto de Leixões«Esta intervenção é absolutamente fundamental para o desenvolvimento económico e social da região e do país, tendo a APDL feito todos os esforços para que a solução adoptada tivesse o mínimo impacto possível na comunidade», salientou o presidente do Conselho de Administração da APDL, explicando que a intervenção no Porto de Leixões visa «dotar esta infra-estrutura de maior segurança nas condições de navegabilidade, através da melhoria das acessibilidades marítimas». A importância do projecto já foi também secundada pelo Ministério das Infra-estruturas.

«A iniciativa resultou numa proposta de consensos entre as partes envolvidas e na certeza de que estão salvaguardadas as reivindicações da população, de quem sempre fomos parceiros e temos vindo a estreitar as relações, reforçadas por esta resolução conjunta», realçou Nuno Araújo. Recorde-se que, em Julho passado, fonte oficial do Ministério das Infra-estruturas e da Habitação havia frisado que o projecto referente ao prolongamento do quebra-mar do Porto de Leixões é «fundamental» para o fomento da competitividade da infra-estrutura portuária.

«Esta obra é fundamental para garantir a competitividade do porto de Leixões, melhorar as condições de segurança e a navegabilidade no acesso ao porto de Leixões e na zona de manobra dos navios», declarou fonte oficial da tutela à Lusa no passado mês de Julho, na sequência da revelação da adjudicação da obra para o último trimestre do presente ano. De acordo com o Ministério das Infra-estruturas e Habitação, liderado por Pedro Nuno Santos, bloquear a adjudicação faria «perigar o acesso aos fundos comunitários, incapacitando aquele porto de se tornar mais competitivo».

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