Obras do Porto de Macuse arrancarão em 2021 e deverão estar concluídas em 2023

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Segundo o PCA da Thai Moçambique Logistics S.A (TML), Orlando Marques, as obras referentes ao Porto de Macuse (província da Zambézia) arrancarão em 2021 e deverão estar finalizadas em 2023. O porto entrará em funcionamento um ano depois, noticiou o jornal moçambicano ‘O País‘.

A garantia deste desenvolvimento ocorreu no fim de Novembro, durante a realização da Conferência Internacional, ocorrida no distrito de Mocuba. Durante a apresentação sobre o ponto de situação do complexo ferro-portuário Chitima-Macuse, o PCA da Thai Moçambique Logística fez saber que o referido complexo portuário de Macuse está estimado em pouco mais de 3.2 mil milhões de dólares.

Orlando Marques disse ainda que a concessionária do projecto tem disponível cerca de 400 milhões de dólares, estando à procura do restante valor para avançar com as obras em 2021. «Já lançamos o concurso internacional para a construção do porto», adiantou o responsável. A revisão das propostas iniciou-se no passado dia 11 de Dezembro. «Vamos tocar na parte final do projecto», garantiu ainda.

Orlando Marques explicou – citado pelo jornal moçambicano – que existe «um rol de oportunidades para os agentes económicos da Zambézia e para qualquer um. A parte dos agregados, desde transporte e maquinaria pesada, toda a parte de serviço alimentação, limpeza, segurança, alojamento, mão-de-obra entre outras necessidades serão necessários». Recorde-se que o projecto de construção do Porto de Macuse arrancou em 2013.

Porto de Macuse: morosidade tem pautado a evolução do dossier

A morosidade tem pautado toda a evolução do dossier portuário: Em 2017, foram atribuídas – à TML – licenças provisórias ao nível de ambiente e, em Dezembro desse mesmo ano, foi feita a revisão do contrato de concessão já com estudos de viabilidade aprovados. No ano seguinte, saiu o visto do tribunal administrativo e entre 2019 a 2020 arrancou o processo de construção da aldeia de reassentamento. O plano neste sentido já tem a licença ambiental de implementação aprovada, frisa a publicação moçambicana.

Fonte: ‘O País’

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