Oceans Meeting: Portugal na linha da frente na discussão dos «desafios globais da governação do oceano»

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Arrancou hoje, na Gare Marítima de Alcântara, a quarta edição do evento internacional ‘Oceans Meeting’ (organizado pelo Ministério do Mar), que reúne governantes e decisores de múltiplas nações para o debate e reflexão sobre a sustentabilidade dos oceanos em contexto de exploração económica, enquadrada, cada vez mais, por um imperativo ecológico e por uma consciencialização global do papel dos oceanos no nosso futuro.

«Espírito de conectividade» para enfrentar «desafios globais»

Num «espírito de conectividade», o Oceans Meeting coloca os oceanos «no centro dos desafios globais que a Humanidade enfrenta. Desafios como o lixo marinho, as alterações climáticas, a perda de biodiversidade, a segurança alimentar e, claro, a sustentabilidade», declarou Ana Paula Vitorino, ao discursar perante uma vasta plateia. «Enfrentar estes desafios globais e ao mesmo tempo desenvolver estas novas oportunidades de riqueza implica indubitavelmente uma governação do oceano assente na exploração e utilização sustentável dos recursos marinho», declarou a governante.

«Governação inteligente do oceano é um foco estratégico»

Tendo em conta que «o aproveitamento dos recursos só será benéfico se for sustentável», torna-se vital colocar a sustentabilidade no «centro de uma governação inteligente do oceano», frisou a Ministra do Mar. Lembrando que a «governação inteligente do oceano é um foco estratégico que se encontra alinhado com a Agenda 2030 da ONU», a ministra frisou que tal governação apenas se torna possível através da «mobilização da ciência e a da inovação, para que a sustentabilidade se manifeste na governação nas dimensões: ambiental, social e económica».

Portugal na linha da frente

Enfatizado o «papel de relevo» que Portugal tem desempenhado na «discussão dos desafios globais da governação do oceano e na construção de soluções» (tanto na União Europeia como na OCDE e Nações Unidas), a líder da pasta do Mar reforçou que «Portugal tem-se posicionado no grupo líder de países que defendem uma economia azul competitiva e sustentável, apostando na investigação, na inovação e no empreendedorismo azul». Prova disso é o facto de Portugal ser, recordou, «um dos poucos países no mundo que tem um ministério exclusivamente dedicado ao Mar».

 

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