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Pandemia causa contracção na carga ferroviária generalizada nos meses de Março e Abril

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De acordo com matéria noticiosa publicada pelo jornal ‘Público’, a pandemia COVID-19 tem forçado as empresas ferroviárias de cargas a uma contracção da oferta – naturalmente, Portugal não foge à regra. A Takargo admitiu uma redução de 8% no número de toneladas transportadas no mês de Março, esperando, em Abril, maior impacto, já que o vírus apenas se fez sentir fortemente nas duas últimas semanas do mês passado.

Takargo e Medway ressentem-se dos efeitos incontornáveis da pandemia

Segundo noticiou o ‘Público’, a Takargo suprimiu 36 comboios, registo que se traduz numa redução de 12 mil toneladas transportadas. «Este impacto resulta da suspensão temporária de actividade de alguns clientes industriais e da redução no transporte de combustíveis», explicou fonte da empresa ferroviária ao jornal. Já em Abril a Takargo antevê a supressão de 130 comboios (equivalente a 42.000 toneladas transportadas).

«O impacto de momento é mais significativo nas operações nacionais e nos tráfegos ibéricos», detalhou a fonte da empresa do ‘Público’, mas prevê-se também uma perda de fulgor no segmento de carga intermodal e contentorizada, resultado directo da quebra observada no consumo em Portugal e que até agora ainda não se fez sentir. A Medway também não fugiu à regra, reportando já os efeitos negativos do COVID-19 na carga ferroviária.

Porto de Roterdão também vê volumes a descer

«Em Março tivemos, por causa da COVID-19, um total de 8% de quebra em número de comboios», revelou Carlos Vasconcelos, presidente da companhia ferroviária, explicando que, ainda assim, esta perda não é um dado significativo – a fase mais negra poderá estar já a ser sentida, durante este mês de Abril. Relatos vindos do centro da Europa (corroborados pela publicação ‘Rail Freight’), adiantam que o tráfego ferroviário de e para os portos dos países Baixos vem baixando – sintomático disto é a esperada descida de -20% na taxa de transferência de carga no Porto de Roterdão.

Com ‘Público’ e ‘Rail Freight’

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