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«Para o Porto de Leixões é crítica a utilização de tecnologias inovadoras como o 5G»

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O Porto de Leixões tornou-se a primeira infra-estrutura portuária a operar com 5G em Portugal, na sequência de uma parceria entre a administração portuária e a empresa NOS. Este desenvolvimento marcante simboliza a entrada do porto nortenho em uma nova etapa de competitividade, eficiência e segurança, explicou a APDL. Nuno Araújo, presidente da administração, analisou a importância do 5G para o futuro de Leixões.

5G potenciará «processo de transformação digital» do Porto de Leixões

«Hoje, a tecnologia é provavelmente o factor de competitividade mais relevante para uma infra-estrutura como a nossa. Pretendemos levar a cabo as nossas operações da forma mais rápida possível, mais segura e com maior eficiência. Por isso, para o Porto de Leixões é absolutamente crítico a utilização de tecnologias inovadoras como o 5G, de forma a potenciar o nosso processo de transformação digital e assim incrementar a nossa produtividade e melhorar o nosso posicionamento», declarou Nuno Araújo, na sequência do anúncio, reportado aqui pela Revista Cargo.

5G Porto de LeixõesEste marco histórico tem fundações no ano de 2019, altura em que Matosinhos se tornou num «laboratório vivo de inovação», em sintonia com a NOS, «tornando a cidade mais inteligente e aplicando a tecnologia 5G a projectos que contribuam para o aumento da sua eficiência e competitividade em diversas áreas, nomeadamente na da indústria», explicou, através de um comunicado, a administração portuária.

Totalmente coberto com a quinta geração de redes móveis da NOS, o Porto de Leixões poderá agora contar com «significativos incrementos em termos de competitividade, eficiência e segurança na gestão desta importante infra-estrutura nacional», vincou a APDL, puxando dos galões para lembrar que Leixões é o «principal porto exportador do país em carga contentorizada e globalmente, contribui para 7% do emprego em Portugal e 6% do PIB nacional». Em 2020, e mesmo com o efeito do COVID-19, o Porto de Leixões movimentou perto de 17,1 milhões de toneladas.

Mesmo durante os turbulentos tempos iniciais da pandemia (por entre confinamentos e restrições), o porto atingiu um novo máximo histórico de 703 919 TEUS, crescendo 2,6% face a 2019, o que sugere não só uma resiliência das empresas importadoras e exportadoras que operam na sua área de influência, mas também a capacidade do ecossistema portuário em se adaptar rapidamente a alterações das condições do mercado.

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