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Ministra do Mar advogou «mudança de paradigma» ibérico na logística transfronteiriça

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Hoje, durante a cerimónia de assinatura de memorando de entendimento sobre a logística transfronteiriça (Corredor Atlântico na Rede Transeuropeia de Transportes) com o Executivo espanhol, a Ministra do Mar advogou uma alteração do padrão de relações entre as plataformas logísticas de Portugal e Espanha e respectivos procedimentos, com vista à criação de «mais emprego» e à impulsão da «movimentação de carga».



Novo paradigma: ministra falou em «abordagem conjunta» para a logística transfronteiriça

Em Elvas, Ana Paula Vitorino afirmou que o acordo será um instrumento que ajudará a materializar o potencial logístico dos dois países. «Esta assinatura tem a ver com as conclusões de uma reunião extremamente importante com o presidente do Governo da Extremadura espanhola, com o presidente da Câmara Municipal de Elvas, em que concluímos das vantagens que existem, para todas as partes, de haver uma abordagem conjunta daquilo que é a logística nesta região», explicou aos jornalistas.

O memorando permite, elucidou ainda Ana Paula Vitorino, conectar as plataformas e procedimentos logísticos, assim criando uma espécie de harmonização de actuação e uma interligação que permitirá «potenciar as capacidades de ambos os países e de todas estas empresas». A ministra falou ainda em «mudança de paradigma» no âmago da Logística, colocando-se assim, um ponto final de um (persistente) método de actuação que caracterizou como «cada um para seu lado».

JUL também em foco em Elvas

Juntamente como o memorando de cooperação transfronteiriça para a materialização do Corredor Atlântico na Rede Transeuropeia de Transportes (que fará a ligação entre os portos do Sul de Portugal e a Península Ibérica), foi também firmado um acordo de cooperação entre as entidades responsáveis pelo progresso do projecto Janela Única Logística (JUL) – a DGRM, a APL, a APS e os organismos que tutelam a dinamização da Plataforma Logística de Elvas.

«O que basicamente se pretende (através da JUL) é a desmaterialização e, se quiserem, que não haja fronteira para que as nossas mercadorias possam entrar, possam circular e que possam estar geo-referenciadas sem que haja qualquer entrave àquilo que é a livre circulação de mercadorias», comentou Nuno Mocinha, presidente da Câmara Municipal de Elvas.

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