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Pedro Galveia (Yilport): Sistemas ciber-físicos «podem dar maior visibilidade às cargas»

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Pedro Galveia foi outra das personalidades que abrilhantou, com a sua intervenção, a conferência do passado dia 16 de Maio, ‘Shipping 4.0 – O Mar de Amanha’, patrocinada pela AGEPOR e pela J. Canao. Subordinando o discurso ao tema ‘Sistemas Ciber-Físicos e os Portos’, o especialista enfatizou o papel da vertente ciber-física no progresso produtivo e organizacional dos portos.



Indústria 4.0: potencialidades, riscos e oportunidades

Para Pedro Galveia, o desenvolvimento dos sistemas ciber-físicos (compostos por elementos computacionais colaborativos com o intuito de controlar entidades físicas) poderá significar «um bypass entre carregadores e armadores», traduzindo-se num «risco» para agentes intermediários mas também numa «oportunidade» para uma maior dinamização, eficiência e simplificação dos processos no shipping.

Para que esta componente da indústria 4.0 possa vingar em pleno, explicou, será necessário «criar confiança» entre agentes envolvidos e buscar, incessantemente, uma eficaz gestão e análise da «heterogeneidade de dados», da protecção da privacidade e do «controlo e segurança das comunicações», em prol de uma «conectividade» capaz de beneficiar todos os stakeholders.

Sistemas ciber-físicos e a ‘carga inteligente’

Segundo o especialista, os sistemas ciber-físicos »podem dar maior visibilidade às cargas dos clientes», dando também maior capacidade organizacional às infra-estruturas portuárias (controlo de rotas, movimentos e velocidade dos navios, optimizações de percurso, por exemplo) apelidando este desenvolvimento de ‘carga inteligente’. Com maior visibilidade, será mais acessível realizar um «tracking» de todas as envolventes que preocupam os portos.

Elencando as potencialidades que estes sistemas aportam, Pedro Galveia explicou que a virtualização nos portos pode auxiliar na projecção das suas infra-estruturas, no tipo de equipamentos que devem merecer investimento futuro e até na própria manutenção preditiva dos mesmos, trunfo capaz de minimizar quebras de produtividade e «maximizar a produtividade dos equipamentos».



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