Pinto Basto retomou o atendimento a cruzeiros nos portos de Lisboa e Portimão

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Através de uma missiva disseminada nas redes sociais, o Grupo Pinto Basto deu as boas-vindas ao regresso da actividade no segmento dos cruzeiros, lembrando que, desde o passado mês de Setembro, retomou o atendimento a navios de cruzeiros nos portos de Lisboa e Portimão.

Grupo Pinto Basto dá as boas-vindas ao regresso dos cruzeiros

«É com grande satisfação que damos as boas-vindas aos cruzeiros após mais de um ano e meio de paragem da actividade em Portugal», sublinhou, nas redes sociais, o Grupo Pinto Basto, que se encontra em actividade, nos seus vários segmentos operacionais e de mercado, há 250 anos.

O grupo salientou que «retomou no mês de Setembro o atendimento a navios de cruzeiro nos portos de Portimão e Lisboa contando com 15 escalas confirmadas até final do ano». Recorde-se que a actividade no segmento dos navios de cruzeiros foi fortemente afectada pelas restrições globais, aplicadas com o intuito de travar a epidemia de COVID-19. Portugal voltou a actuar no sector durante o arranque da época estival.

Pinto Basto Bruno BoboneTal como a Revista Cargo oportunamente noticiou, a actividade de cruzeiros voltou a ser possível nos portos portugueses no passado mês de Maio. O Grupo Pinto Basto, que detém também actividade na área dos cruzeiros, é uma referência nacional e internacional nos domínios do Transporte e da Logística, seja por via marítima, rodoviária ou aérea, actuando há mais de duas centenas de anos.

Na recta final de Outubro, em entrevista ao ‘Dinheiro Vivo’, Bruno Bobone, assinalou a história de 250 anos do grupo – «Somos muito globais – a crise do petróleo e a pandemia ensinaram-nos a diversificar ainda mais – e o mercado ibérico é extremamente importante, até como mercado natural da empresa, de angariação de clientes para outros mercados. Por isso mesmo fizemos investimentos em plena pandemia: já tínhamos Madrid e abrimos Sevilha em 2020 e foi uma excelente decisão que já está a crescer com significado extraordinário, no sentido de cumprirmos o nosso desígnio de sermos o maior operador ibérico de logística», declarou o empresário, de 61 anos.

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