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Plano de reestruturação da TAP não esquecerá Porto e Algarve, afiançou Pedro Nuno Santos

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A garantia foi dada esta Terça-feira (dia 8 de Setembro) pelo Ministro das Infra-estruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos: o plano de reestruturação da transportadora aérea TAP não deixará de lado o Porto e do Algarve, assim como da ligação do Atlântico Sul à Europa.

Além dessa garantia, o governante negou a ideia de que a transportadora aérea se prepara para transformar numa companhia low cost, – uma acusação feita recentemente pela comissão de trabalhadores da empresa. «Nós temos uma grande preocupação com a cobertura do território», vincou o ministro, em declarações transmitidas pela RTP3, lembrando que «Porto e Algarve não são estranhos nesta estratégia».

Plano de reestruturação manterá prioridade da ligação Atlântico Sul- Europa via hub

Na sua intervenção, o governante explicou que o «Governo quer salvar a TAP», porque a empresa é «importante para o país»; contudo, alertou, para que haja viabilidade económica, esta «não pode ser maior do que as necessidades». O plano de reestruturação, preparado com a assessoria da consultora Boston Consulting Group (BCG), terá de manter a prioridade da ligação do Atlântico Sul à Europa «através do hub», na qual há «grande potencial», salientou. «Não queremos perder essa mais-valia para o país que tem contribuído para que muitas receitas fiquem em Portugal».

Instado a abordar a a acusação da comissão de trabalhadores sobre a transformação em curso da TAP numa «TAPzinha low cost», Pedro Nuno Santos que tal não irá acontecer, até porque se tratam de «negócios diferentes». «Nós nem sequer teríamos capacidade para competir com essas companhias low cost», reforçou o ministro. O plano de reestruturação da companhia aérea terá de ser entregue em breve à Comissão Europeia ao abrigo do acordo que permitiu o Governo português intervir na empresa, apesar das regras de concorrência europeias.

«A vantagem é que somos nós a controlar o que está a ser feito na TAP», declarou ainda Pedro Nuno Santos, argumentando que tal posição «dá um descanso ao povo português». Recorde-se que com a aquisição da posição detida pela Atlantic Gateway, o Estado Português passa a deter uma participação social total de 72,5% e os correspondentes direitos económicos na TAP SGPS, pelo montante de 55 milhões de euros.

Fonte: RTP3 e Eco

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