Carlos Vasconcelos Medway

Plano Ferroviário Nacional «deve ser ambicioso»: ferrovia tem margem «para crescer»

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Durante a sessão de apresentação do Plano Ferroviário Nacional, ocorrida esta Segunda-feira (dia 19) em Lisboa, Carlos Vasconcelos, administrador da empresa Medway, vincou que a estratégia nacional deve ser produto de um «amplo consenso» capaz de garantir o futuro estável dos investimentos estruturantes. O responsável frisou que a ferrovia tem margem «para crescer» e aumentar a sua quota de mercado.

Plano Ferroviário Nacional deve será fruto de «amplo consenso»

«Em termos de mercadorias, o diagnóstico que foi feito é que o Plano Ferroviário Nacional deve ser ambicioso, porque, de facto, há terreno enorme para crescer em termos de quota de mercado da ferrovia. Temos de ser ambiciosos. Hoje, em termos intermodais, a ferrovia terá cerca de 14% de quota de mercado, e penso que devemos ambicionar mais e temos condições para o fazer», declarou Carlos Vasconcelos.

Medway 4000 siscog«Qualquer plano ferroviário nacional só assim se deve chamar, de facto, se conseguir reunir o maior e mais amplo consenso nacional, político e ao nível de todos os stakeholders da ferrovia (uma ideia que já havia reforçado anteriormente). Caso contrário, daqui a alguns anos teremos divisões e mais divisões, e, para quem investe e quer, de facto, desenvolver a ferrovia, não há condições perante mudanças sistemáticas», realçou o administrador da transportadora de mercadorias.

«Em termos de coesão nacional, não será fácil fazermos uma boa rede para as mercadorias, uma vez que a procura pelo transporte de mercadorias é fraca e poderá não justificar. Mas, combinando com o segmento de passageiros, é possível haver margem para que, até nas mercadorias, se possa fazer ligações às principais capitais de distrito», analisou durante a sua intervenção, participando em uma mesa redonda que integrou também o vice-presidente da IP, Carlos Fernandes, o vice-presidente da CP, Pedro Moreira, a investigadora Teresa Salgueiro e o presidente do IMT, Eduardo Feio.

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