Pólo logístico industrial da Rangel no MARB encaixa na perfeição nos objectivos estratégicos da SIMAB

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Ocorreu ontem (dia 26 de Fevereiro), pela mão do Mercado Abastecedor da Região de Braga (MARB) e da Rangel Logistics Solutions, a apresentação do centro de operações de logística industrial, sediado no mercado abastecedor da região e que servirá as necessidades logísticas da Bosch. A concretização do projecto, explicou, durante a ‘mesa redonda’, Rui Paulo Figueiredo, presidente da SIMAB, assenta que nem uma luva nos desígnios estratégicos da entidade.

«Mercados abastecedores são plataformas logísticas, têm uma base agro-alimentar, mas são muito mais do que isso», afirmou Rui Paulo Figueiredo

«Consideramos que os mercados abastecedores são plataformas logísticas, têm uma base agro-alimentar, mas são muito mais do que isso», introduziu Rui Paulo Figueiredo. «Quando iniciámos funções, há cerca de 3 anos, 25% dos nossos clientes (operadores) já eram da área da Logística e dos Transportes. Um dos eixos que identificámos como sendo de crescimento e de aposta era precisamente esse: crescer ainda mais na Logística e Transportes como actividades complementares. Portanto, este projecto calha bem nesse desígnio dos cinco eixos do nosso plano estratégico», articulou.

«As empresas mundiais são globais porque descem ao nível local. E nós achamos que os mercadores abastecedores podem e devem fazer o caminho inverso: a partir de uma base local, tornarem-se globais. E porquê? Porque existe uma união mundial – da qual nós fazemos parte – que pode corporizar essa rede global. E, ao mesmo tempo, a partir do nível local, temos as infra-estruturas e podemos acrescer os serviços», articulou Rui Paulo Figueiredo, respondendo às questões do moderador António Costa.

Projecto «corporiza» a aposta em «canais de apoio à importação e exportação»…

E como se leva tudo isso a bom porto? «Estabelecendo canais de apoio à importação e exportação, estabelecendo serviços de comércio electrónico (para além dos serviços tradicionais que estas plataformas já providenciam), potenciando essa rede global. É isso que temos estado a fazer. E este projecto corporiza tudo isso. Uma vontade cada vez maior de aposta na logística dos transportes», esclareceu o presidente da SIMAB.

…e a «cooperação» entre empresas privadas e os poderes públicos

«Corporiza outra coisa também: uma cooperação, que correu muito bem, entre empresas privadas portuguesas e empresas estrangeiras e entre os poderes públicos a todos os níveis. Atrevo-me a dizer que seria bom para o país termos mais projectos como este. Temos um grande grupo português, dirigido pelo Nuno Rangel. Correspondemos ao desafio porque sentimos que a Rangel estava verdadeiramente comprometida e empenhada em que este projecto fosse um sucesso, e, ao mesmo tempo, um ponto de partida», acrescentou ainda.

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