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Porto de Leixões alcança «valor mais elevado de sempre» nos contentores em Janeiro-Maio

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O Porto de Leixões movimentou um total de 7,8 milhões de toneladas nos primeiros cinco meses do ano, apresentando uma variação homóloga de -5% face ao mesmo período de 2019. De registar que o porto nortenho voltou a fixar novos recordes internos, obtendo o seu melhor período de Janeiro-Maio de sempre em termos de movimentação de carga contentorizado, como realçou o relatório da AMT.

Porto de Leixões volta aos recordes mesmo em tempos de crise pandémica

A Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT) revelou que o Porto de Leixões registou «o valor mais elevado de sempre no movimento de carga contentorizada dos períodos Janeiro a maio, ao movimentar quase 3,08 milhões de toneladas»; as variações negativas das outras cargas não assinaladas «devem ter uma explicação necessariamente repartida entre o reflexo do abrandamento da economia por efeito da crise pandémica e a normal variabilidade e alternância de ciclos positivos e negativos no movimento mensal de carga nos portos», esclarece o organismo.

Porto de Leixões Yilport LeixõesO porto nortenho registou, assim, um crescimento homólogo de +2,9% no segmento da carga geral, impulsionado pela subida de +4,7% da carga contentorizada; na categoria dos Granéis Sólidos, o porto registou uma descida homóloga de -7,9% (1,06 milhões de toneladas movimentadas). Nos Granéis Líquidos, a descida foi ainda maior, fixando-se, em termos homólogos, em -13,4% (2,8 milhões de toneladas movimentadas).

Leixões manteve, neste período em análise, a segunda colocação no ranking nacional em termos de quota de mercado, com 23%, atrás apenas do líder crónico, o Porto de Sines. Recorde-se, a totalidade dos portos do Continente movimentou 34,2 milhões de toneladas de mercadorias nos primeiros cinco meses do ano, derrapando -9,3% face ao mesmo período do ano passado. «Os portos e as cargas foram claramente penalizados pela crise pandémica que se atravessa e que originou a suspensão e/ou abrandamento da actividade da indústria nacional», observou a AMT no seu mais recente relatório.

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