Terminal XXI PSA Porto de Sines

Porto de Sines consolida quota nacional de 51,2%; nos contentores, ascende a 57,5%

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Os dados mais recentes sobre a movimentação de mercadorias nos portos do Continente, anunciada pela Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT) dão conta de uma consolidação do Porto de Sines – no período entre Janeiro e Novembro – como detentor da maioria absoluta do movimento portuário, ascendendo aos 51,2%. Se cingirmos a análise ao segmento dos contentores, essa quota nacional sobe para os 57,5%.

Porto de Sines lidera recuperação nos contentores e reforça quota nacional

Porto de SinesDe acordo com os dados compilados pela AMT, o Porto de Sines «consolida a maioria absoluta em Novembro, com quota de 51,2% do total do movimento de carga movimentada, um acréscimo de +3,1 pontos percentuais (pp) à do período homólogo de 2019, embora esteja ainda a -3,6 pp do seu máximo registado em 2016». Na segunda colocação surge o Porto de Leixões, com uma quota de 21,2%, seguido por Lisboa (11%), Setúbal (7,7%), Aveiro (5,9%), Figueira da Foz (2,4%); Viana do Castelo e Faro representam respectivamente 0,4% e 0,2% do total.

No período em análise e apenas no segmento dos Contentores, de Sines eleva a liderança a uma quota maioritária absoluta de 57,5%, superior em +5,4 pp à que detinha no período homólogo de 2019, mas ainda inferior em -0,8 pp à quota máxima registada em 2018. Segue-se Leixões com 25,2%(idêntica à que detinha no período homólogo de 2019), Lisboa com 10,7%(-6,3 pp), Setúbal com 6% (+1pp) e Figueira da Foz, que mantém uma quota residual de 0,6%.

A AMT denota, na sua análise, que a carga contentorizada detém uma quota de 38,9% no ecossistema portuário português – trata-se da marca «mais elevada de sempre» e espelha «um crescimento global de +3,6%, maioritariamente determinado pela conjunção do impacto positivo de Sines (onde representa uma quota de 62,6% do total) e negativo de Lisboa, tendo o primeiro subjacente um acréscimo de quase +2,35 milhões de toneladas, +14,7%, e o segundo registado uma diminuição de 1,68 milhões de toneladas, -38,4%», pode ler-se no relatório, ao qual acedemos.

O comportamento positivo deste mercado, lembrou ainda a entidade, «contou ainda com o apoio de Setúbal (+21,1%) e de Leixões (+1,4%), que registam os volumes de tonelagem movimentada mais elevados de sempre nos períodos homólogos» – recorde-se que os dois portos vêm trilhando um caminho de sucesso em 2020, acumulando sucessivos recordes homólogos em termos de volume de TEU movimentado (ver aqui reportagem). Nos primeiros onze meses do ano, o segmento dos Contentores registou um volume de cerca 2,57 milhões de TEU.

Este registo ultrapassou, em +1,2% o volume acumulado no período homólogo de 2019, «situação que se verifica pela primeira vez no corrente ano», lembrou a AMT. «Sines foi o porto que mais contribui para este desempenho positivo do segmento de Contentores, registando um acréscimo de +154 mil TEU (+11,7%). Também Setúbal e Leixões registam acréscimos de +26,5 mil TEU e +8,5 mil TEU, respectivamente», frisou ainda a entidade.

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