Porto de Sines está «empenhado em reforçar o seu papel à escala internacional»

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Em um artigo de opinião intitulado ‘As potencialidades do Porto de Sines’, publicado no portal da ADFERSIT, José Luís Cacho, presidente do Conselho de Administração da APS, elencou as armas estratégias do porto alentejano para fazer face aos novos desafios logísticos e competitivos do sector marítimo-portuário. Os investimentos alinham-se no horizonte e prometem catapultar o porto – que detém um peso de 11,5% na economia nacional – para o topo, reforçando ainda mais a sua liderança na movimentação de mercadorias.

Sines: «o grande hub da fachada Euro-Atlântica»

«O porto de águas profundas de Sines oferece uma localização geográfica privilegiada, no cruzamento das principais rotas comerciais, que lhe permitem afirmar-se como o grande hub da fachada Euro-Atlântica, oferecendo ligações regulares aos principais centros de consumo internacionais e proporcionando às empresas localizadas no seu Hinterland uma maior competitividade nos mercados externos», frisou José Luís Cacho, não deixando de aludir ao facto de Sines ser, nos tempos que correm, «a principal plataforma ferroviária de mercadorias do sistema portuário nacional, integrando o Corredor Atlântico da Rede Transeuropeia de Transportes». Mas os trunfos não se ficam por aqui.

O líder da APS salientou também a influência logística e empresarial da adjacente ZILS, que «prevê expandir-se consideravelmente, estando apta a receber novos projectos logísticos e industriais, oferecendo capacidade de crescimento até cerca de 4.200 hectares».

Porto de Sines «empenhado em reforçar o seu papel à escala internacional»

Apesar das reconhecidas valências, do actual peso na economia nacional e no lugar de destaque no continente europeu em termos de carga contentorizada, a infra-estrutura portuária está ciente de que descansar sob os louros poderá hipotecar o desenvolvimento a longo prazo: daí que o presidente da APS reforce: o porto está «empenhado em reforçar o seu papel à escala internacional», e, para tal, «tem vindo a fazer uma forte aposta no desenvolvimento das áreas de negócio cujo potencial de crescimento irá reforçar a sua posição nos lugares cimeiros do sector portuário europeu».

Assim, no que toca à carga contentorizada, vários possantes investimentos estão já alinhavados: «em seguimento à assinatura do 5º Aditamento do Contrato com a PSA Sines, arrancarão a curto prazo as obras de expansão do Terminal XXI, sob a responsabilidade da concessionária, que dotarão esta infra-estrutura de uma capacidade instalada de 4.1 milhões de TEU, oferecendo uma frente de cais de 1 750 m, apto a operar simultaneamente quatro dos maiores navios em operação comercial presentemente, com 400 m de comprimento fora-a-fora», sublinhou.

«Ainda na Carga Contentorizada, está no mercado o concurso internacional para a construção de um novo terminal – Terminal Vasco da Gama – cuja capacidade rondará os 3.5 milhões de TEU», assinalou José Luís Cacho.

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