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Porto de Sines na rota no reatar do serviço brasileiro de exportação de frutas via Pecém

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O terminal portuário do Pecém reiniciou, no arranque de Setembro, o serviço de exportação da safra de frutas frescas produzidas no nordeste brasileiro. O navio’ MSC Caterina’ atracou no terminal de múltiplas utilidades (TMUT) do Porto do Pecém para carregar melões, mangas e uvas em direcção à Europa, marcando assim o regresso do serviço. O Porto de Sines encontra-se na rota.

Segundo relatou o Governo do Estado do Ceará, no primeiro embarque foram carregados cerca de 260 contentores refrigerados para o continente europeu através da linha NWC, operada pela MSC, cobrindo sete portos em seis países da Europa, nos quais se inclui o porto português de Sines, líder nacional de movimentação de mercadorias. Os restantes países são Inglaterra, Alemanha, Países Baixos, Bélgica e França.

Segundo detalhou o Governo do Estado do Ceará, as frutas embarcadas no Porto do Pecém são oriundas de 40 produtores localizados nos estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco e Bahia, mais especificamente no Vale do Rio São Francisco. Foram 15 grupos produtores de melão e outros 35 grupos produtores de manga e uva, frutas que em alguns casos chegam a ser colhidas horas antes do embarque no terminal cearense.

«O embarque de frutas é uma das principais operações do Porto do Pecém, um terminal que tem localização estratégica para o sucesso desse tipo de movimentação. Saindo daqui as frutas produzidas no nordeste chegam mais rapidamente aos Estados Unidos e a Europa. Por isso, a simples manutenção desse serviço, em meio a uma pandemia, já é motivo de celebração para todos nós que estamos envolvidos nesse processo importante para a fruticultura brasileira», declarou Danilo Serpa, que ocupa o cargo de Presidente do Complexo do Pecém.

«Nós operamos no Pecém desde a inauguração do porto cearense, mas até 2016 não tínhamos esse serviço de frutas aqui. Resolvemos fazer um investimento robusto, acreditando na localização estratégica do Pecém. É um terminal que oferece qualidade e segurança, onde 100% das frutas são pesadas e scaneadas, ou seja, são condições que favorecem e viabilizam esse serviço de exportação», reagiu Daniel Soares, gerente da MSC Fortaleza.

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