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Portos alcançam movimentação de 43,7 milhões de toneladas e crescem +10,9% até Junho

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Nos primeiros seis meses de 2021, os portos do Continente movimentaram 43,7 milhões de toneladas de mercadorias, um registo que reflecte um acréscimo de 4,3 milhões de toneladas (+10,9%) comparativamente ao período homólogo de 2020, relatou a AMT.

Portos consolidam recuperação face a 2020

Para o desempenho positivo global verificado no primeiro semestre de 2021 contribuíram com maior intensidade, vincou a Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT) as operações de embarque de carga que representaram 43% da tonelagem total e registaram um acréscimo de 2,41 milhões de toneladas (+14,7%), enquanto que as operações de desembarque movimentaram mais 1,89 milhões de toneladas (+8,2%).

A distribuição, por porto, do volume de carga movimentada no neste semestre confirma a quota maioritária absoluta detida pelo «Porto de Sines, que se mantém no valor mais elevado de sempre nos períodos homólogos, atingindo 54,9%, superior em 5,7 pontos percentuais (pp) à que detinha no mesmo período em 2020, explicitou a AMT, através do seu mais recente relatório sobre a movimentação portuária no Continente.

Leixões mantém a quota de 17,3%, que lhe confere a segunda posição, mas inferior em 5,7 pp à que detinha em 2020, sendo seguido sucessivamente por Lisboa, que aumenta 0,5 pp para 11%, Setúbal, que recua 0,3 pp para 7,8%, Aveiro, que reforça 0,5 pp para 6,5% (sendo também a mais elevada de sempre nos períodos homólogos), Figueira da Foz, que reduz 0,5 pp para 2%, Viana do Castelo e Faro, com quotas respectivas de 0,4% e de 0,1%.

Maiores interacções com países fora da UE

Porto de LeixõesO ecossistema dos portos continentais registou 4747 escalas de navios no 1.º semestre de 2021, a que corresponde um volume de arqueação bruta de 79,37 milhões, traduzindo respectivamente, face ao período homólogo de 2020, um acréscimo de 84 escalas (+1,8%) e uma diminuição de 4,90 milhões na arqueação bruta (-5,8%). A maior quota do número de escalas é detida pelo Porto de Leixões, com 25,5% do total, seguido de Sines com 20,8%, Setúbal com 18,2%, Lisboa com 16,7%, Aveiro com 11,4%, Figueira da Foz com 4,4% e Viana do Castelo com 2,7%.

Segundo relata a AMT, o comportamento destes dois fluxos de carga «reflecte naturalmente o volume de transacções efectuadas no contexto do comércio internacional de bens». Salienta-se que o crescimento do tráfego, quer das exportações, quer das importações, resultou do aumento das interacções com os países de fora da União Europeia. Nas ligações com estes países registou-se um acréscimo de 12,8% e de 6,1%, respectivamente nas exportações e de importações. No que respeita ao Mercado Interno, estes crescimentos situaram-se em 10,5% e 5,5%, respectivamente. Em termos de tonelagem transportada, as operações com países da UE representaram uma quota superior em ambos os fluxos de mercadorias, de 64,7% nas exportações e de 50,6% nas importações.

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