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Portos contribuíram com 61% das toneladas e 80% dos TEU das mercadorias transportadas por ferrovia

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A Revista Cargo continua hoje a analisar os resultados do relatório ‘Ecossistema Ferroviário Português 2017’, elaborado pela AMT e hoje difundido. Um dos destaques vai para a análise da interoperabilidade entre o transporte ferroviário de mercadorias e os portos nacionais.

No que toca às movimentações totais de mercadorias (toneladas) e em contentores (TEU), excluindo as movimentações associadas a operações de transhipment de contentores entre navios, concluiu a entidade que, nos portos de Leixões, Aveiro, Figueira da Foz, Lisboa, Sines e Setúbal «entram e saem desses portos por via de transporte terrestre, corresponde à ferrovia uma quota de 9,2% em toneladas e 20,5% em TEU».

Portos de Sines e Setúbal em destaque nas toneladas; porto alentejano reina no domínio dos TEU

Entre o lote de infra-estruturas portuárias que dispõem de acessibilidades ferroviárias, «destacam-se os portos de Setúbal (18,9%) e Sines (15,3%)» em termos de toneladas transportadas, e em termos de contentores destaca-se, novamente, o porto alentejano. «Quanto ao tráfego de cada um dos operadores ferroviários, a carga com origem ou destino nos portos nacionais representa na Medway 71% das toneladas transportadas e 83% dos TEU (carga contentorizada) e na Takargo cerca de 21% e 26%, respectivamente», aponta a AMT.

Somando o contributo de ambos os operadores, os portos contribuíram com 61% das toneladas e 80% dos TEU das mercadorias transportadas por ferrovia. Refira-se ainda que o plano Ferrovia 2020 prevê investimentos nas acessibilidades ferroviárias aos portos, designadamente nas ligações aos portos de Leixões (Linha de Leixões) e Setúbal (Linha do Sul), intervenções que visam permitir o cruzamento de comboios de mercadorias com comprimentos até 750 metros, destaca o documento, ao qual a Revista Cargo teve acesso.

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