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Portos de Moçambique são peça vital no envio de cobre e cobalto do Congo para a China

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A empresa oriental China Molybdenum Co está a enviar cobre e cobalto da República Democrática do Congo para a China através dos portos de Moçambique, avançou recentemente um porta-voz da empresa de minérios. A notícia foi alvo de destaque por parte do portal ‘Macauhub‘.

Portos de Moçambique são elo importante na cadeia logística de minérios

De acordo com a agência Reuters, a China Moly, que opera a mina de Tenke Fungurume, situada na República Democrática do Congo, teve de mudar de planos logísticos após a África do Sul ter limitado os seus portos a bens essenciais. A empresa chinesa está a enviar cobre e cobalto através de vários pequenos portos em Moçambique, de Dar es Salaam, na Tanzânia, e de Walvis Bay, na Namíbia, revelou a agência noticiosa.

Segundo um comunicado enviado pela China Moly à Bolsa de Valores de Xangai, as vendas de hidróxido de cobalto, usado para produzir baterias para veículos eléctricos, atingiram no primeiro trimestre 5.334 toneladas, mais 49,3 por cento do que em igual período do ano de 2019.

Recorde-se também que Moçambique vem ganhando relevo no contexto da cadeia logística de gás natural liquefeito (GNL), devido ao projecto do bloco Área 1 da bacia do Rovuma, no norte do país. No âmbito deste projecto, a gigante francesa Total planeia encomendar oito navios-tanque de GNL – este passo, tal como a Revista Cargo noticiou em Março, consolida a perspectiva de que o projecto, que poderá vir a exigir avultados investimentos na ordem dos 25 mil milhões de dólares, está a progredir, não obstante o clima de insegurança existente na província de Cabo Delgado.

Com Macauhub

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