Portos de Viana do Castelo, Leixões e Lisboa registaram aumentos de escalas até Outubro

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Os dados revelados pela Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT), referentes ao período Janeiro-Outubro, indicaram que, no cômputo do movimento de navios, denotou-se, no conjunto dos portos do Continente, um acréscimo homólogo de +0,4% no número de escalas (8984 escalas) e uma diminuição no volume de arqueação bruta de -0,8% (para cerca de 171,5 milhões).

Portos de Viana do Castelo, Douro e Leixões e Lisboa: «os únicos portos que registaram um crescimento» de escalas

De acordo com a AMT, «os portos de Viana do Castelo, Douro e Leixões e Lisboa foram os únicos portos que registaram um crescimento no número de escalas de, respectivamente, +14,6%, +0,7% e +7,2%». Após o movimento de Outubro, os portos de Douro e Leixões e de Lisboa apresentam quotas quase idênticas no número de escalas, com, respectivamente, 24,4% e 24,2%, seguindo-se Sines (19,7%), Setúbal (14,4%) e Aveiro (9,9%).

Recorde-se que, tal como a Revista Cargo oportunamente noticiou no decorrer da semana passada, nos primeiros dez meses do ano de 2019, os portos do Continente movimentaram um total de cerca de 72,9 milhões de toneladas de carga, um valor inferior em -6,4% face a igual período do ano passado. Ainda assim, o último mês de Outubro, assinalou a AMT, deu «sinais de recuperação» face ao mesmo mês do ano transacto, apresentando um acréscimo de +1,7%, explicou ainda a entidade.

Segundo dos dados compilados pela AMT, as infra-estruturas de Viana do Castelo, Leixões e Aveiro apresentaram um desempenho positivo, num total de +665,4 mil toneladas, não conseguindo, mesmo assim, anular o desempenho negativo dos restantes portos, que totalizam um global de cerca de -5,7 milhões de toneladas. Tanto Leixões como Aveiro atingiram as « suas melhores marcas de sempre» no período em questão.

Nos contentores, registou-se uma quebra global de -8% no volume de TEU, apresentando um movimento que ultrapassa os 2,3 milhões de TEU. Em sentido inverso, o Porto de Leixões não deixou os seus créditos por mãos alheias, fixando «a melhor marca de sempre nos períodos homólogos.

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