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Portos lusos movimentam 62,9 milhões de toneladas até Agosto, com quebra homóloga de -4,3%

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Os portos portugueses do Continente movimentaram, entre Janeiro e Agosto, 62,9 milhões de toneladas de mercadorias, «um valor inferior em -4,3% quando comparado com o mesmo período de 2017, correspondente a -2,8 milhões de toneladas», revelou hoje a AMT. Sines, Lisboa, Leixões e Setúbal registaram «perdas significativas».

Sines e Lisboa com descidas na carga contentorizada

O documento da AMT – que analisa os dados referentes à movimentação de cargas – indica que as quebras «no valor de -1,2 milhões de toneladas no mercado do Carvão, -647 mil toneladas nos Produtos Petrolíferos, -614 mil toneladas na Carga Contentorizada e -257 mil toneladas no Petróleo Bruto» registadas em Sines foram cruciais para «este desempenho negativo». O Porto de Lisboa também denotou variação negativa assinalável nos contentores, registando uma quebra de -308 mil toneladas; Leixões e Setúbal sobressaíram, pela negativa, na Carga Fraccionada, com perdas de .178 e -131 mil toneladas, respectivamente.

Contentores: «exuberante» ano de 2017 em termos de transshipment faz 2018 parecer…pior do que é

Sobre a performance no porto alentejano nos mercados do Carvão e da Carga Contentorizada, explica a AMT que esta foi «o reflexo do registo de valores muito elevados no período homólogo de 2017», quer devido à «forte procura desse combustível para compensar a quebra de produção de energia de fontes renováveis», quer à «exuberante atividade de transshipment de Contentores que elevou a fasquia do volume de carga movimentada a níveis que não foram igualados em 2018».

Leixões, Aveiro e Figueira da Foz voltam a demonstrar resiliência

Olhando de forma panorâmica para os resultados globais dos portos lusos durante os oito meses em questão, temos que o padrão das variações homólogas negativas afectou Viana do Castelo, Lisboa, Setúbal e Sines (-10,2%, -3,2%, -1% e 7,9%, respectivamente), ao passo que, em sentido inverso, Leixões, Aveiro e Figueira da Foz voltaram a apresentar resultados homólogos positivos, atingindo «os valores mais elevados de sempre, «após acréscimo muito ligeiro de +0,03% do primeiro e de cerca de +3,9% dos dois últimos».

Informa ainda a AMT que, no que toca às cargas, «independentemente dos portos que as movimentaram, é de assinalar que apenas a carga Ro-Ro, Produtos Agrícolas e Outros Granéis Sólidos registaram variações positivas».

 

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