antonio costa prime

Portugal deve ter como projecto o desenvolvimento de uma base industrial ferroviária

Terrestre Comentários fechados em Portugal deve ter como projecto o desenvolvimento de uma base industrial ferroviária 296
Tempo de Leitura: 2 minutos

O Primeiro-ministro considerou hoje que Portugal deve ter como projecto o desenvolvimento de uma base industrial ferroviária, designadamente na área da manutenção e na produção de material circulante, com objectivos de entrar no mercado exportador, declarou o Primeiro-Ministro.

Segundo adiantou a Lusa, António Costa assumiu esta meta no final da cerimónia de assinatura do contrato de serviço público entre a CP e o Estado, na Estação do Rossio, em Lisboa. «A CP pode ser um fortíssimo motor para a criação de uma nova área de competência industrial em Portugal, designadamente na área da manutenção e de novo na produção de material circulante», declarou, vincado que se trata de «uma enorme oportunidade» que, apesar de difícil execução, não deve ser descartada: «A vida já nos ensinou que quem não tenta não alcança», disse.

Portugal deve ambicionar a criar base industrial no sector ferroviário

ADFERSIT linha do norte ferroviaPara o líder do Executivo, Portugal «precisa de reforçar a sua base económica e elevar o seu nível de produtividade», o que obriga a que se «aumente o valor dos bens e serviços que presta». O país deve ter a ambição de «criar uma base industrial na indústria ferroviária, servindo a CP, mas também com o objectivo de constituir uma nova porta de exportação para a economia portuguesa», defendeu, adiantando que, em 2020, serão transferidos «90 milhões de euros» para que CP abrace a sua missão e os desafios de curto prazo.

«É um investimento da maior importância, porque não basta ter uma boa infra-estrutura, não basta ter um material circulante e porque é fundamental ter boa qualidade de serviço. Só assim aqueles que temos de servir podem confiar na CP e podem confiar no transporte público ferroviário como uma alternativa», reforçou António Costa. «Quando ouvimos o presidente da CP sinalizar que ao longo das próximas décadas vamos ter de adquirir mais de duas centenas de composições e vamos ter de continuar a investir em material circulante, não podemos então deixar de ver nessa necessidade uma enorme oportunidade para a nossa economia», finalizou.

Com Lusa

Author

Back to Top

© 2019 Magia Azul, all rights reserved.
Partilhar
Partilhar
pt Português
X
WP Twitter Auto Publish Powered By : XYZScripts.com