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Governo reforçou posição de Sines como porta de entrada na Europa do GNL norte-americano

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Em declarações prestadas aos jornalistas, à margem da realização do Conselho de Energia UE-EUA, que ocorre nos dias 2 e 3 de Maio em Bruxelas, a Ministra do Mar afirmou que Portugal está em posição privilegiada na dinâmica do aumento da intensidade comercial dos EUA no que toca ao gás natural liquefeito (GNL). A potência mundial vai avolumar as suas exportações e Portugal aproveitará para ser a ponte na relação EUA-UE, com o Porto de Sines a desempenhar, aqui, um papel preponderante de hub de transhipment.

Crescimento das exportações dos EUA «será absorvido por Portugal»

«Nós estamos no ‘top’ cinco das ligações dos Estados Unidos com a Europa. Portanto, boa parte desse crescimento será, com certeza, absorvido por Portugal», declarou Ana Paula Vitorino, citada ontem pelo ‘Dinheiro Vivo’, recordando que Portugal é um dos cinco países da UE com maior vinco aos EUA no que diz respeito do transporte de GNL – estará, portanto, na linha da frente dos benefícios do aumento das trocas comerciais no sector, já anunciadas pelos EUA. A mensagem voltou a reforçar a importância do Porto de Sines em todo este futuro desenvolvimento.

Ana Paula Vitorino

De acordo a líder da pasta do Mar, o porto alentejano «é muito importante nesta matéria»: a governante lembrou que a infra-estrutura portuária recebeu o primeiro fornecimento de GNL vindo dos EUA para a Europa, em 2016. Não há pois dúvidas de que Portugal consegue disponibilizar uma «utilização sustentável, do ponto de vista ambiental e financeiro, para o transporte do GNL», declarou a ministra, na sequência do fórum de negócios de Gás Natural Liquefeito’, ocorrida na cidade belga de Bruxelas.

Pipelines virtuais para reexportar GNL

Neste fórum participaram o comissário europeu para a Energia, Miguel Arias Cañete, e o secretário de Estado da Energia dos Estados Unidos da América, Rick Perry- o objectivo do encontro, que decorre até ao dia de hoje, é o de discutir formas de aumentar o comércio de GNL entre os EUA e a UE. «Aquilo que nos propomos fazer é a reexportação do gás natural liquefeito através de pipelines virtuais que são construídos por embarcações», adiantou Ana Paula Vitorino.

Com ‘Dinheiro Vivo’

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