Pós-COVID-19: APAT crente em «nova era» marcada por investimento em «melhores conectividades»

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A pandemia vai retrocedendo em todo o mundo, sendo já uma espécie de miragem no seu país de origem: a China. Enquanto os países europeus congeminam planos de recuperação nacionais após dois meses de estagnação comercial onde actividade logística foi fundamental para alimentar as ténues economia, a União Europeia planeia lançar um pacote de ajuda de 750 mil milhões de euros para auxiliar os estados-membros na dura tarefa de mitigação dos efeitos do COVID-19 e dos confinamentos. A APAT reagiu positivamente a esta medida, vincando estar crente numa «nova era».

APAT Nabo MartinsContudo, Portugal terá de fazer o seu trabalho de forma consciente e exaustiva se pretende ter acesso aos fundos comunitários, alertou a associação nacional de transitários na missiva recentemente veiculada: «Para que estes fundos não se percam, pedimos que consultadas todas as entidades interessadas, lembrando que temos falta de infra-estruturas adequadas, deficiências essas, que desde há muitos anos os transitários têm vindo a reclamar e a alertar», declarou, a propósito da nova medida da UE, António Nabo Martins, presidente executivo da APAT.

«Este é um bom momento para voltar a avaliar vários estudos e investimentos colocados na gaveta por falta de verbas.  Temos receio que se perca novamente de vista, as acessibilidades rodo/ferro/marítimas, os terminais aéreos, o investimento na ferrovia, os parques logísticos, os portos secos e parques seguros», comentou Nabo Martins, citado pelo comunicado ao qual tivemos acesso. A APAT considera que o Estado tem capacidade para criar soluções e proporcionar aos milhares de desempregados a possibilidade de regressar à vida activa com formação adequada à nova realidade.

«Qualquer crise permite tirar lições e, com este anúncio, a UE mostrou que tirou lições e que vai fazer alterações. Acreditamos que se vai inaugurar uma nova era, para a qual pedimos mais investimento em melhores conectividades; forte apoio em tecnologia e indústria e uma economia assente na informação (data)», salientou ainda Nabo Martins, concluindo com uma ambição: «Certamente que os transitários portugueses farão parte desta nova era, começando desde já a trabalhar em propostas para aceder aos fundos anunciados».

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