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Projecto ferroviário Aveiro-Salamanca é «grande oportunidade» para o Porto de Aveiro

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A Revista Cargo escalpelizou a entrevista dada por Fátima Alves, presidente, desde Abril, do Conselho de Administração do Porto de Aveiro, à Rádio Terra Nova, na qual foi feito o balanço dos primeiros seis meses de liderança. Um dos temas em destaque na entrevista foi o projecto ferroviário Aveiro-Salamanca, tido como estruturante para o desenvolvimento do Porto de Aveiro.

Projecto Aveiro-Salamanca «é muito importante»

«Obviamente que a plataforma intermodal ferroviária é muito importante em termos de ligação. É muito importante para nós esta ligação a Salamanca pela via da ferrovia – estamos a pensar num modelo, de como poderemos desenvolver o projecto. Este projecto INTERREG, que tem agora a sua nona reunião, é particularmente importante porque juntam-se vários portos e partilham as dificuldades mas também as oportunidades e os sucessos que têm tido. Isso é muito importante, quer do ponto de vista da coesão territorial (olharmos para a península como um todo, como uma oportunidade de trabalharmos em conjunto) quer do futuro da plataforma intermodal ferroviária», comentou Fátima Alves.

Os players que trabalham com o Porto de Aveiro ambicionam poder contar, no futuro, com esta conexão? A resposta é sim. «Exigem e é um compromisso que temos para com eles», garantiu a Fátima Alves, lembrando que se trata de «uma necessidade»: «Os operadores pedem, e nós vemos como uma grande oportunidade para o Porto de Aveiro. Vamos trabalhar nesse sentido», respondeu. Os timings, no entanto, não estão nas mãos da administração, uma vez que «existe a necessidade de investimento público e privado».

Portugal e Espanha em sintonia? «O caminho faz-se caminhando»

Estará o projecto a ser descurado, devido a uma potencial falta de sintonia entre Portugal e Espanha? «Não tenho essa noção. O que me parece – e é uma percepção recente – é que o caminho faz-se caminhando. Não há imposições, mas sim orientações da tutela que nos transcendem, mas enquanto administrações portuárias, há tentativas de caminhar em conjunto. Não podemos fazer tudo de um dia para o outro, os projectos por vezes têm dois ou três anos de duração e não é nesse tempo que conseguimos a implementação de grandes estratégias, mas definem-se objectivos e é nesse sentido, na questão da Logística, que se tem trabalho muito», respondeu Fátima Alves.

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